Dienstag, 28. Dezember 2010

Diabetes prejudica os capilares

Diabetes prejudica os capilares

Cerca de 5 % dos alemães sofre do “diabetes“, denominado Diabetes mellitus ou “diabetes tipo II” . A tendência é de crescimento acentuado. No ano 2005, uma em cada doze pessoas da Alemanha será afetado por essa enfermidade. No Brasil, cuja população total é de 170 milhões de pessoas, há 10 milhões de diabéticos, sendo que metade deles desconhece sua condição.

Associado aos piores hábitos da vida moderna, o diabetes tipo II é uma das doenças que mais tiram o sono dos médicos. De proporção epidêmicas, com 170 milhões de vítimas em todo o mundo, ela está associada a um grande número de problemas graves.

São terríveis as complicações decorrentes de diabetes não diagnosticada ou não tratada adequadamente. O diabetes interfere no fluxo sangüíneo dos capilares, danifica suas paredes e prejudica o suprimento organizado de oxigênio para o organismo. Disso resultam efeitos graves sobre diversos órgãos vitais, muitas vezes com sérias conseqüências que se fazem sentir, não apenas nos vasos sangüíneos maiores; mas, sobretudo, nos principais portadores das decisões sobre nossa saúde, que são os capilares.

Os capilares renais são agredidos, causando insuficiência renal crônica. Os finos capilares que compõem os vasos coronários se estreitam, o suprimento vital de oxigênio aos músculos do coração diminui e este pode entrar em colapso. A conseqüência é o infarto cardíaco. Efeitos negativos podem fazer-se sentir igualmente nos nervos e levar à demência precoce. Igualmente sofrem os capilares da retina. Esses danos freqüentes nos olhos são bastante trágicos. O diabetes é hoje o maior causador de cegueira nos países industrializados. Anualmente, 2000 diabéticos perdem a visão na Alemanha. Igualmente trágica é a atrofia de alguns membros pela paralisação do trabalho de seus capilares, o que, freqüentemente, requer amputações.

Conforme os resultados de uma pesquisa de Harvard, a interligação entre o diabetes tipo II e o câncer de mama, de endométrio e de cólon é bem característico, Uma extensa coleta de dados sobre a saúde feminina – o Nurse’s Heralth Study, foi efetuada durante duas décadas, a partir de 1976. Os médicos acompanharam cerca de 120.000 enfermeiras, de 30 a 55 anos.

Os capilares prejudicados pelo diabetes fornecem menos oxigênio para as células, iniciando assim o surgimento do câncer. Esta situação dos capilares pode levar também à hipertensão, ao derrame e à impotência.

Para o combate ao diabetes é imprescindível a atenção especial aos capilares. Neles está a chave para a cura ou redução das muitas possíveis conseqüências. O diabetes mal controlado pode levar a alterações nos capilares de nosso organismo, não apenas diminuindo seu diâmetro, mas, o que é ainda pior, reduzindo a velocidade do fluxo das hemoglobinas e funcionando, então, como um freio no abastecimento de oxigênio; por isso, o diabético necessita atenção especial e periódica de seu médico.

Capilares lesados pelo diabetes constituem um grande perigo para os olhos
No diabetes não diagnosticado ou mal controlado, o aumento constante da taxa de açúcar no sangue afeta, preferencialmente, células que podem absorver a glicose sem a insulina. Devido a isso, e no caso de persistência do diabetes por longo tempo, muitas vezes aparece uma anomalia diabética na retina. Trata-se de um estreitamento dos capilares da retina. O abastecimento deficiente desses capilares causa seu enfraquecimento e lesão, com conseqüente perda de impermeabilidade, numa eventual alta de pressão sangüínea, podendo o sangue e substâncias gordurosas atingir a retina e lá se alojarem. Isso ocorre porque as células dependentes de insulina, que recobrem os capilares na retina como um tapete (chamadas “células endoteliais“), ao longo do tempo, podem ser lesadas e morrer.

Ao mesmo tempo, entra em colapso ou fica reduzido o suprimento, pelos capilares, de oxigênio e nutrientes da retina, prejudicando sua capacidade de funcionamento. Com o estreitamento dos capilares, também diminuem as aberturas para o transporte das substâncias metabolizadas, não é mais possível eliminar resíduos acumulados, causados pelo metabolismo. Alguns capilares também se deterioram e a natureza se vê obrigada a criar novos, em substituição. Esses capilares novos e, inicialmente, muito frágeis (“neovascularizações“) não resistem à pressão do sangue, podem romper-se com facilidade e tornam-se então a causa de sangramentos maiores. Ademais observam-se protuberâncias nos capilares (microaneurismas), assim como fibras de nervos inchadas (focos “cotton wood“). O diagnostico de diabetes deve ser seguido por um exame oftalmológico a ser repetido em intervalos regulares prescritos pelo médico.

Alterações no centro da retina ocasionam uma maculopatia diabética, com acentuada diminuição da acuidade visual central. Muitas vezes isso leva à cegueira. A tentativa do próprio organismo de eliminar o sangue do globo ocular, infelizmente, é acompanhada por forte cicatrização. Essas cicatrizes têm uma forte tendência de retração. Se uma dessas cicatrizes repuxar sua base, que é a própria retina, esta pode rasgar-se. Se essa ruptura se der na mácula, o paciente fica irremediavelmente, cego. Na retinopatia diabética, são atingidos os capilares periféricos da retina. No caso de pacientes de diabetes tipo II em que a doença só se manifesta em idade mais avançada, dois terços deles sofrem, depois de cerca de 10 a 15 anos, de interferências na circulação sangüínea da retina, ficando ela inutilizada. A evolução da retinopatia diabética é muito mais rápida nos pacientes atacados por ela quando jovens, os diabéticos do tipo I.

Existem duas formas principais de retinopatia diabética: a simples ou retinopatia básica com baixa irrigação sangüínea na retina e a progressiva, ou retinopatia proliferativa, em que capilares recém-criados crescem desordenadamente nos olhos, provocando forte sangramento. A cura de doenças na retina, de causa diabética - das quais cerca de um milhão de pessoas estão acometidas na Alemanha -, ainda não é possível pelo tratamento médico tradicional. Mas, quanto antes a doença é reconhecida e quanto antes se for inicia o tratamento da diabetes, maiores são as chances de paralisá-la ou de alcançar uma melhora. O tratamento consiste na fotocoagulação com laser, na qual um raio laser é aplicado sobre o olho para destruir os novos vasos sangüíneos e para vedar os que apresentam escapes. Este tratamento é indolor, pois a retina não é sensível à dor. Quando o sangramento dos vasos lesados foi muito grande, a cirurgia pode ser necessária para remover o sangue que entrou no humor vítreo. A visão melhora após a vitrectomia e o humor vítreo é gradualmente reposto.

Os capilares na doença renal de origem diabética

Os rins são os principais responsáveis pela desintoxicação do organismo, isto é, pela eliminação de produtos residuais do metabolismo e também pelo controle das reservas de sal e água do organismo. Eles executam essas tarefas graças à sua estrutura especial: a filtragem do plasma sangüíneo se processa nos corpúsculos renais (glomérulos), que são compostos por um novelo de capilares. O fluxo sangüíneo é regulado pelos corpúsculos renais por um vaso de admissão e um de saída. A função de filtragem da parede desses capilares zela pela permanência da albumina na corrente sangüínea. Água, sais e produtos metabólicos residuais são, no entanto, filtrados. Adicionalmente devem apresentar-se funções que possibilitem um controle do nível de água e de ionização. Em primeiro lugar, situam-se os produtos do metabolismo que contêm substâncias nítricas. A remoção de sais em excesso e dos resíduos nítricos do metabolismo seria possível sem grande esforço se ainda vivêssemos na água e dispuséssemos de grandes volumes de líquidos servindo como meio solúvel. Mas já não vivemos mais na água. A remoção de sais excessivos e produtos de nitrogênio do metabolismo é, energeticamente, muito dispendiosa.

Os rins depuram o plasma sangüíneo e formam a urina. Grande parte das substâncias eliminadas pela urina são produtos finais não mais aproveitáveis do metabolismo, como uréia, ácido úrico etc. Outra função dos rins é a regulagem dos níveis eletrolíticos e dos líquidos, como, por exemplo, a concentração de sódio e íons. Após uma refeição salgada, os rins eliminam, pela urina, sódio ionizado. A concentração de sódio na urina é mais alta do que no plasma. Se bebermos muita água com baixo teor de sódio, a concentração de sódio na urina será menor que no plasma. Muitas substâncias mais são reguladas pelos rins. Mais ou menos 1100 litros de plasma sangüíneo percorrem diariamente os rins. Cerca de 180 litros são retirados do plasma sangüíneo por ultra-filtragem, dos quais aproximadamente 178,5 litros são reabsorvidos. Eliminamos cerca de 1,5 litros de urina por dia. A filtragem e o controle do meio interno são processados nos rins.

A unidade funcional do rim é constituída por 10 milhões de néfrons ligados em paralelo. O processo de depuração e regulagem tem início no glomérulo. O sangue chega ao glomérulo numa arteríola aferente, que se subdivide, na cápsula de Bowman, numa rede de capilares. As paredes dos capilares têm orifícios que funcionam como uma peneira molecular, são permeáveis à passagem de água e moléculas pequenas, formando, assim, um processo de filtragem. A área total desse filtro renal tem de 4 a 5 m² e os poros ocupam de 5 a 10% dessa área. O raio médio dos poros é de 3,5 a 4 nm (nm = nanometro é, um metro dividido por um bilhão) e o comprimento dos poros vai de 40 a 60 nm.

Com o diabetes, pode ocorrer uma perturbação nessa função de filtragem e, além disso, pode aumentar a pressão nos capilares. Ambos os fatores levam então à falha dos corpúsculos renais. Atualmente, os danos que o diabetes ocasiona nos rins são a principal causa de terapias para a substituição das funções renais. Isso é difícil de se entender, pois a evolução dessas complicações, dos primeiros sintomas até ao aparecimento de uma falha nas funções renais, leva alguns anos. Além disso, existem, atualmente, métodos excelentes de diagnóstico e tratamento preventivos. O aumento dramático do número de diabéticos com alguma doença renal deve-se, em primeiro lugar, ao fato de não se aproveitarem corretamente as possibilidades de tratamento disponíveis.

Diversos estudos feitos nos últimos dez anos comprovaram que quanto melhor a regulagem do açúcar (glicose) no sangue, menor o risco de que se desenvolva uma falha dos rins. Além do mais, freqüentemente, pacientes com diabete do tipo II já revelam pressão sangüínea elevada por ocasião do diagnóstico. Um estudo extenso (UKPDS) pôde provar que, nesses pacientes, também a qualidade da regulagem da pressão sangüínea é decisiva na manifestação de dano renal causado pelo diabetes: quanto mais regulada estiver a pressão do sangue, menor é o risco de evolução da doença. Os valores de medição considerados hoje, como critério válido, situam-se abaixo de 120/80 mmHg.

O diagnóstico precoce da enfermidade renal ocasionada pelo diabetes é de primordial importância para evitar sua evolução para estágios mais avançados. O primeiro sinal de uma anomalia é a eliminação, pela urina, de albumina com muito baixo teor de concentração. Atualmente, a comprovação por testes de lâminas ou outros tipos de testes rápidos não é complicada. Todo diabético deveria submeter-se a um exame anual. Isso vale tanto para pacientes com diabete tipo I quanto os do tipo II. O risco de serem acometidos de uma doença renal de origem diabética é, igualmente, alto para os dois grupos.

Ao se constatar uma doença renal, sua evolução pode ser contida ou ela pode até mesmo regredir graças à normalização do metabolismo e diminuição da pressão sangüínea aos índices normais (120/80 mmHg). Se, porém, essa doença de origem diabética já estiver em estágio avançado, o objetivo deve ser o retardamento da evolução ou que ela seja evitada pelas medidas mencionadas. Via de regra, uma regeneração total já não é mais possível pela medicina tradicional.

Medir a pressão sangüínea assume alta importância. Todo o paciente com doença renal de natureza diabética e hipertensão deveria aprender a controlar sua pressão e medi-la regularmente. Infelizmente, nem sempre se observa um aspecto específico de falha na regulagem da pressão sangüínea: nessa doença, os índices da pressão, muitas vezes, sobem durante a noite. Para poder registrar esses aumentos, é imperativa a tomada da pressão por um período de 24 horas (MAPA - Monitorização de Pressão Ambulatórial).

No estágio avançado duma doença renal, também deve ser controlado o excesso de albumina. Os nutricionistas consideram suficiente a taxa de fornecimento de proteína de 0,8 – 1 g/dia por kg de peso corporal. A “boa cozinha burguesa“ costuma nos proporcionar um consumo excessivo de albumina. Uma alteração nos hábitos alimentares pode ser difícil, mas ainda assim deve ser tentada para aliviar os rins e, ao mesmo tempo, proporcionar a dilatação dos capilares de volta ao seu diâmetro normal e sadio, contribuindo para a diminuição das dores.

Pesquisas mais recentes mostram também que o fumo influencia de maneira muito negativa a evolução da doença. Todos os pacientes devem procurar reduzir ou eliminar seu consumo. A nicotina diminui o diâmetro dos capilares e impede, assim, a cura ou melhora do quadro da doença. Essas informações mostram que já existem, hoje, diversas formas de tratamento que evitam o aparecimento de anomalias nos rins ou que retardam seu avanço. Quanto mais cada paciente colocar em prática os conhecimentos aqui descritos, menor é o perigo de ele ser acometido de uma nefropatia diabética.

Dentre todos os órgãos, os rins têm uma das maiores taxas de circulação sangüínea. Quando eles apresentam um teor excessivo de acidez, a elasticidade dos glóbulos vermelhos fica comprometida. Devido ao ambiente ácido a conformação normal deles (rasos e redondos) se mantém e não conseguem mais passar à forma de pequenos e finos bastões longitudinais, que lhes permite penetrar nos mais finos capilares. Fala-se, no caso, de rigidez ácida. Deve-se, então, procurar eliminar a hiperacidez renal. Para isso indica-se, em muitos casos, o suco puro e natural da Aloe vera L., ao qual muitos diabéticos reagem muito bem. Devido à eliminação da acidez dos rins, os glóbulos vermelhos conseguem cumprir melhor suas tarefas, o que vem em proveito do estado do diabético. É preciso atentar, para a preservação da saúde, que o organismo não fique saturado de ácidos.

A Aloe aplicada a diabéticos

Em seu livro ”The Ancient Egyptian Medicine Plant Aloe Vera“, Max B. Skousen escreve que o uso interno do sumo da Aloe vera L. estimula o pâncreas a produzir mais insulina. Daí ser necessário que os diabéticos, que tomam a Aloe, observem sempre sua taxa de glicose, pois ela pode cair e, ocasionar problemas pela aplicação de dosagem muito alta de insulina.

Já no ano de 1982, foram feitos experimentos com ratos no Fujita Health Institute, no Japão, para testar o efeito da Aloe sobre o índice de glicose. Num grupo de ratos foi inoculado sangue de diabéticos, o que provocou salto brusco desses índices. Depois de se ministrar a Aloe, eles voltaram ao nível normal. O Dr. Robert Davis e sua equipe de pesquisadores no Pennsylvania College of Podriatic Medicine fizeram inúmeros testes e tratamentos com misturas de Aloe, principalmente, em casos de doenças a que os diabéticos são muito sensíveis, como inflamações, feridas que não cicatrizam e edemas. Os resultados foram sempre melhores do que os tratamentos tradicionais. Bill Coats relata em seu livro ”Aloe vera, the Inside Story“ ter encomendado uma pesquisa para obter provas científicas a respeito da atuação da Aloe no diabetes e seus efeitos paralelos. Os resultados finais ainda não foram publicados, mas consta serem bastante animadores.

No “J. Ethnopharmacol 28:3“, de fevereiro de 1990, também encontramos, nas páginas 215-220, sob o título “Efeito da Aloe sobre o nível de glicose no sangue em ratos normais e diabéticos aloxúricos“ um relatório de pesquisas do autor Ajabnoor MA. Foi testada a influência do sumo de Aloe vera L. e da parte amarga da casca de suas folhas no índice de glicose de ratos diabéticos (aloxana).

Esses ratos receberam por via oral 500 mg/k de sumo de Aloe vera L. e, em outros testes, 5 mg/k da parte amarga das folhas de Aloe vera L., por via intraperitonal. O efeito sobre o índice de glicose foi pequeno no caso da aplicação via oral; porém, significativo, no teste com a parte amarga da folha de Aloe, tendo o efeito perdurado por vinte e quatro horas.

O diabetes prejudica os capilares das coronárias e pode provocar o infarto cardíaco
A sensação de aperto no peito, também chamada Angina pectoris (aperto do peito), manifesta-se quando há perturbações agudas na irrigação sangüínea do músculo cardíaco. A alimentação arterial de sangue no músculo do coração, normalmente, se faz pelos capilares das coronárias, que têm sua origem na aorta e se ramificam na parte externa do coração.

Ocorrendo um descompasso entre a necessidade de oxigênio do músculo cardíaco e a oferta de oxigênio pelo sistema coronário, podem manifestar-se perturbações na corrente sangüínea do músculo do coração. O intercâmbio de oxigênio e nutrientes é processado na musculatura por difusão entre os pequenos vasos capilares, de um lado, e a fibra muscular, do outro. A difusão significa o movimento de uma substância em direção ao local em que sua concentração é mais baixa. O oxigênio e os nutrientes são usados no músculo cardíaco e, por conseqüência, estão presentes nele em concentração menor do que no sangue dos capilares. A maior causa de perturbações no fluxo sangüíneo é uma limitação da capacidade de transporte de oxigênio nos capilares, quando esses se estreitam e quando, adicionalmente, a velocidade do fluxo dos glóbulos vermelhos é reduzida pelo diabetes. O abastecimento deficiente do músculo cardíaco com oxigênio (= energia) pelos glóbulos vermelhos, por intermédio dos capilares, manifesta-se como Angina pectoris.

Caso a Angina pectoris apareça após esforço corporal, estaremos falando da angina de esforço, mas caso ela apareça durante as fases de repouso, teremos a angina de repouso. É característico da angina de esforço que os capilares das coronárias, apesar de estreitos, ainda garantam irrigação sangüínea suficiente em condições de repouso, ao passo que, no caso de maior necessidade de oxigênio, geralmente, por esforço físico, torna-se perceptível a irrigação sangüínea deficiente.

Quando os capilares das coronárias se estreitam, podem ocorrer perturbações na corrente sangüínea do músculo cardíaco já em condições de repouso, ocasionando a angina de repouso. Se ao longo do tempo uma Angina pectoris não proveniente de esforço físico se transforma em angina de repouso, isso muitas vezes é sinal de um número maior de capilares estreitos nas coronárias, ou também de aumento das taxas de glicose. Em ambos os casos diminui a velocidade do fluxo dos glóbulos vermelhos. Dessa forma fica reduzida a oferta de oxigênio (= energia) para o músculo do coração.

Uma angina de repouso é um importante sinal de alarme e precursor imediato de um infarto cardíaco. Para poder distinguir entre uma angina de repouso e um precursor do infarto é necessário, mesmo para um médico, recorrer também a um eletrocardiograma e verificar os índices de laboratório.

Em caso de qualquer manifestação de Angina pectoris, um médico deve ser consultado o mais cedo possível.

Na maioria dos casos, a Angina pectoris é um alerta de que há uma enfermidade nos vasos coronários. A pior complicação pode ser um infarto do coração, que pode levar à morte imediata ou reduzir, significativamente, a expectativa de vida, em virtude de seqüelas como disritmia cardíaca ou danos ao músculo cardíaco. Só pelas interferências no fluxo sangüíneo surge o perigo da disritmia cardíaca e da perda de força do músculo cardíaco.

Independentemente do estágio da doença, é necessário o controle dos assim chamados fatores de risco do estreitamento dos capilares. Disso faz parte a diminuição dos índices de glicose (refeições com pouco açúcar) para aumentar a velocidade do fluxo sangüíneo, bem como a alteração dos hábitos alimentares (vide os preceitos alimentares no presente livro), visando a prevenção da redução do diâmetro dos capilares. Evidentemente, isso inclui também o abandono da nicotina, já que esta tem uma influência muito negativa sobre o diâmetro dos capilares, resultando, pela estatística dos últimos 100 anos, numa redução média de 15 anos na expectativa de vida.

Para melhorar ou voltar a suprir com oxigênio a musculatura cardíaca, cardiologistas da cidade de Fulda/Alemanha tentaram, conforme relatado na Ärzte Zeitung (Jornal Médico) de 6.12.2000, estimular a renovação vascular com o auxílio de fatores de crescimento. De fato, a substância peptidase aplicada no miocárdio durante uma cirurgia de marca-passo contribui para triplicar a densidade capilar.

No Congresso Internacional de Cardiologia realizado em San Antonio/Texas no ano de 1984, o Dr. Orn Prakash Agarwall, da Índia, surpreendeu seus colegas com a divulgação de suas pesquisas com mais de cinco mil pacientes que sofriam de Angina pectoris. Em 95 % dos casos de crise de Angina pectoris, ele conseguiu seu afastamento nos pacientes com arteriosclerose, mediante a administração adicional de Aloe vera L. Ao mesmo tempo cairam também os índices de análise do mau colesterol LDL e dos triglicérides (gordura), ao passo que o valor do colesterol bom HDL acusou forte crescimento.

Todos os 5000 pacientes, com idade de trinta e cinco a cinqüenta e cinco anos continuaram vivos, embora mais da metade fumasse de dez a quinze cigarros por dia. Os pacientes recebiam diariamente uma espécie de pão, composto de 100 g de sumo de Aloe vera L., mais uma planta medicinal com nome Isabgol e farinha. Depois de duas semanas 4652 pacientes declararam sentir-se melhor e transcorridos três meses seu eletrocardiograma revelava valores inteiramente normais.

No Journal of Pharmaceutical Science foi publicada, em 1982, uma pesquisa do Dr. Agarwal sobre resultados positivos no tratamento de problemas cardíacos com a Aloe. Ela diminui a pressão sangüínea e preserva o coração. O Dr. Agarwal analisou, na Aloe, o isocitrato de cálcio, uma substância conhecida como tônico cardíaco.

Altos índices de glicose prejudicam o transporte de oxigênio

O drama dos diabéticos acontece, principalmente, nos capilares. A necessidade vital de irrigação sangüínea no organismo e o abastecimento de cada célula com oxigênio se processa por meio deles. Nos capilares sadios, de diâmetro normal, os glóbulos vermelhos (eritrócitos) mal têm espaço suficiente para chegar e passar por eles. A partir de 200 mg/dL de glicose no sangue, há tanto açúcar nos capilares que a passagem dos glóbulos vermelhos (velocidade do fluxo) já diminui bastante, como num congestionamento na saída duma auto-estrada. Na marca de 300 mg/dL, o sangue pára nos capilares. Isso força a abertura de ligações de curto-circuito e o sangue flui à margem de seu ponto de destino, como numa interdição de saída de uma auto-estrada. Por isso é de importância vital o controle das taxas de glicose. Essas taxas são divididas da seguinte forma:

a)Paciente com metabolismo sadio: HbA1c até 5 %
Taxa média de glicose aprox. 80,5 mg/dL
b)Diabético bem controlado: HbA1c até 6 %
Taxa média de glicose aprox. 114 mg/dL
c)Diabético sob controle regular: HbA1c até 8 %
Taxa média de glicose aprox. 180 mg/dL
d)Diabético mal controlado: HbA1c acima de 8 %
Taxa média de glicose aprox. 247 mg/dL

HbA1/HbA1c é uma proteína dos glóbulos vermelhos que, em determinado ponto de concentração, se liga, indissoluvelmente, com o açúcar (glicose). A ligação com o açúcar, por vezes chamada ”sacarina“, depende do nível médio de glicose de uma pessoa. Se ela tiver um metabolismo sadio, com taxa média de glicose de 90 mg/dL, 5 % de todas as moléculas da hemoglobina ligam-se de forma indissolúvel ao açúcar (= estado glicolisado).

Também no caso de diabetes bem controlada, a hemoglobina glicolisada atinge 5 % a 6 %, ou seja, o HbA1c vai de 5 a 6. Se, no entanto, a taxa média de glicose for bem mais alta, mais moléculas da hemoglobina ligar-se-ão ao açúcar e o índice do HbA1c aumentará. Como o organismo decompõe toda a hemoglobina glicolisada em até 90 dias, o índice reflete o nível médio de açúcar no sangue nesses últimos 90 dias.

O Dr. Alfons Ulrich Müller, de Jena/Alemanha, desenvolveu um processo, originalmente planejado para medidas de controle de qualidade em centros clínicos de estudo do diabetes, que possibilita a comparação imediata dos índices de HbA1(c) com outros métodos de avaliação, pela fórmula: HbA1(c) atual medido, dividido pelo valor médio da norma. Exemplo: Hb1A(c) medido = 8,4 e 5 como média da norma 4-6, temos como resultado 1,7 (= 8,4 : 5).

Portanto, todas as pessoas com o índice 1,7 têm o mesmo grau de glicolisação (bastante preciso), independente do método de avaliação empregado. Isso torna possível determinar um índice normal de glicolisação. Como no caso de colesterol, da pressão sangüínea e da taxa de açúcar medidos em jejum, dessa maneira cada pessoa pode avaliar o tratamento de seu diabetes. Mesmo mudando-se de laboratório, a avaliação do desenvolvimento do diabetes continua sendo possível. Esse índice é um instrumento útil para grupos de auto-ajuda, porque com essa informação, cada membro amadurece na colaboração com os assessores médicos. Como índices a serem atingidos temos: muito bom < 1,4; bom < 1,5; satisfatório < 1,6.

A partir desse resumo, há uma interação entre os capilares e o diabetes. Atualmente, os homens estão sujeitos a muitos fatores de perturbação, o que afeta bastante seu organismo. Os capilares reagem e restringem seu diâmetro normal e sadio. A conseqüência é um mau abastecimento das células do sistema vascular e nervoso. Como a absorção e o transporte do oxigênio não funcionam adequadamente, o metabolismo fica alterado. A oxigenação deficiente leva a processos de degeneração nos capilares. Eles se estreitam, calcificam e perdem a elasticidade. Os tecidos orgânicos se afrouxam, a estrutura óssea é afetada e torna se quebradiça, cai o desempenho das forças defensivas do sistema imunológico. Órgãos como o fígado e os rins , que eliminam do corpo os produtos residuais, não podem trabalhar como deveriam. Dessa forma o organismo fica sobrecarregado de elementos tóxicos, que podem provocar, novamente, alterações orgânicas, perturbações metabólicas e outras doenças, como o diabetes.

Aloe, a ajuda que vem do abastecimento pela farmácia divina

A natureza nos oferece seus poderes de cura. Foram muitas as constatações de que os usuários da bebida vital Aloe vera L. ou da Aloe arborescens Miller conseguiram baixar suas taxas de glicose. Por isso também se recomenda a todos os diabéticos que, no caso de usarem a Aloe, controlem ainda mais esses valores, para evitar que ocorra uma overdose perigosa de insulina quando a Aloe tiver provocado a diminuição do índice de glicose. Como a Aloe tem também o efeito de interferir nos capilares, para que eles voltem a ter seu diâmetro normal e saudável, a circulação sangüínea dos diabéticos começa a melhorar, o que em inúmeros casos resulta numa sensação geral de melhor bem-estar.

Ao mesmo tempo as paredes dos capilares recebem novamente nutrientes suficientes, proporcionando sua regeneração. Em função do alargamento dos capilares, também seus poros aumentam, facilitando o transporte dos resíduos do metabolismo, de maneira que, também nisso, os capilares assumem uma tarefa muito importante. Como mostra a literatura especializada, mais de 70% das pessoas reagem muito bem ao sumo vital da Aloe, pela normalização dos capilares, de forma que elas passam a dispor de uma ajuda preciosa da farmácia divina.

Todos os médicos deveriam recomendar aos diabéticos o uso do suco vital da Aloe, em paralelo à terapia tradicional. Melhor ajuda que essa, proporcionada pela natureza, não se encontra em lugar nenhum. Seguramente, muitos médicos reagirão de forma cética às possibilidades registradas nesses textos, mas eles deveriam encorajar-se a fazer uma experiência. Seus pacientes ser-lhes-ão gratos.

Devemos evitar que a dogmatização da medicina tradicional estabelecida se transforme numa espécie de pseudo-religião com todos seus rituais e tradições. Isso poderia tornar-se um grave empecilho no caminho da futura medicina global, que auxilia não apenas os pacientes, mas também as caixas de previdência e assistência médica, cronicamente enfermas. Em primeiro lugar deveria estar escrito sempre: o que ajuda mais ao paciente?

Nesse contexto transcrevo em parte a carta de agradecimento de D. Ulrike Senger, de 23.01.99, que tinha sido acometida de diabetes:
„..........por meio desta carta quero trazer-lhe meu agradecimento. Há três anos foi-me amputado o dedão do pé direito, após longo tratamento infrutífero de minha diabetes. Há cerca de quatro meses também o segundo dedo do pé começou a inflamar e inchar dolorosamente. Meu médico prescreveu-me todas as pílulas e ungüentos possíveis, que tomei e apliquei obedientemente. Nenhum desses medicamentos trouxe, porém, qualquer melhora visível; mesmo a dose mais forte de penicilina de nada adiantou. Meu médico não conseguia ver outra possibilidade de intervenção que não fosse a cirúrgica.

Nesse período, conheci e passei a utilizar a Aloe. Tomo diariamente suco de Aloe natural. O êxito concedeu-me razão. Para grande surpresa de meu médico, ainda tenho meu dedo e estou no caminho da melhora. De amputação, portanto, já não se fala mais. Com toda a razão posso afirmar: Aloe vera L. salvou meu pé.“

Essa carta é um exemplo típico de como a Aloe, a imperatriz das plantas medicinais, fez com que os capilares, que haviam sido estreitados pelo diabete, voltassem a seu diâmetro normal e sadio, melhorando assim o suprimento de oxigênio nesses membros. Ao mesmo tempo a Aloe reduz o nível de glicose, o que possibilita que os glóbulos vermelhos tenham a velocidade do fluxo aumentada. Essas duas ações paralelas nos capilares ajudam rapidamente a transportar o oxigênio salvador às células mal abastecidas do organismo. Foi o que levou à cura dos artelhos afetados e tornou desnecessária sua amputação.

Como mostra o presente livro, muitas doenças estão ligadas a oxigenação deficiente e essa falha, geralmente, é provocada por um estreitamento dos capilares. Eles merecem uma atenção especial, pois são os principais decisores de nossa saúde. No caso dos capilares se estreitarem, a Aloe vera L. é o “primeiro socorro“ natural.

A Aloe vera L. é um recurso suplementar e paralelo, no caso de diabetes, representado pela simples ingestão da bebida vital obtida do gel de sua folha. Na eventualidade de aproveitamento da casca amarga da folha, abdica-se, nesse quadro de doença, da utilização do mel. Esse é substituído por igual quantidade de sumo concentrado de agave, conhecido como elemento adoçante natural para diabéticos. O sabor extremamente amargo também pode ser neutralizado pelo uso de adoçante artificial.

Muito importante: diabéticos que fazem uso da bebida vital da Aloe devem controlar, em períodos curtos e regulares, seus índices de glicose no sangue. Em cerca de 70 % dos usuários, pode haver até mesmo uma forte redução. A ingestão do suco de Aloe pode acarretar graves danos à saúde se, estando o índice de glicose baixo, ministrar-se a mesma dosagem de insulina ou outros medicamentos na quantidade usual ao nível da glicose alto.

Texto de um capítulo do Livro "OS CAPILARES DETERMINAM NOSSO DESTINO" do autor Michael Peuser. 333 pag. 6 pag. col. ISBN 85-89850-01-3 R$ 50,00 pedidos www.aloevital.com.br ou vendas em todas as livrarias do Brasil. Este livro ganho no Senado Federal em Brasília, no mes de abril de 2010 um "VOTO DE APLAUSO".
O mesmo livro foi editado na Alemanha sob o título "Kapillaren bestimmen unser Schicksal".

Botânica e substâncias da Aloe vera L. e Aloe arborescens Miller

Botânica e substâncias da Aloe vera L. e Aloe arborescens Miller
Aloe vera Linné Sp.PI.320.- Reg. medit. (Tourn. Ex Linn. Syst. Ed. I. 1735). Syn.: Aloe barbadensis Miller, Aloe elongata Murr., Aloe vulgaris Lam., Aloe perfoliata L. var. vera L., Aloe flava Pers., var. officinalis Baker (Aloe officinalis Forsk., Aloe rubescens DC.), DC., Pl.Gr. 15;

(Aniospermae – família das lileáceas), Aloe; inglês e russo Aloes; francês Aloés; espanhol Acíbar; português Aloés; port. do Brasil Babosa, respectivamente, Babosa medicinal ou Erva-de-sapo; Ind. Kumari; chinês Lu-huei; latim Aloë). Essa Aloe foi descrita pela primeira vez pelo célebre Carl von Linné, professor de botânica e diretor do Jardim Botânico de Upsala. Atualmente, a botânica mundial já diferencia de 300 a 400 espécies de Aloe.

A Aloe é uma planta desértica parecida com a Agave e pertence às lileáceas, isto é, à família dos lírios, mas tem características muito semelhantes ao cacto. A essa família das lileáceas pertencem também o alho (Allium sativum), alho porró (Allium ursinum L.), cebola (Allium cepa), cebola marinha (Urginea maritima), o cólquico (Colchicum autumnale L.), o lírio tigre (Lilium tigrinum Ker-Gawl.), a baga (Paris quadrifolia), lírio-do-vale ou muguet (Convallaria majalis L.), rábano (Polygonatum officinale), veratro-branco (Veratrum album L.), lírio-palma (Yucca filamentosa L.), aspargo (Asparragus officinalis) e a salsaparilha, nativa dos trópicos sul-americanos (Smilax aristolochiaefolia).

Essa planta única pertence, igualmente, a uma família maior de plantas, as assim chamadas “Suculentas“ (armazenadoras de água), que necessitam pouca água e não suportam muita chuva. Sempre verde, também é chamada de Centenária. Ela tem folhas ensiformes, densas, lanceoladas, estreitando-se da base para o ápice, côncavas no lado superior e convexas na inferior, glauco-esverdeadas, sinuoso-serradas (espinhos triangulares curtos e espaçados), carnosas; flores amarelo-esverdeadas, tubuladas, pendentes. O gel tem sabor amargo, adstringente, forte/adocicado/refrescante/doce. O pH situa-se entre 4,0 e 5,0.

A Aloe de maior valor medicinal
Aloe arborescens Miller. Syn.: Aloe arborea Medikus, Aloe perfoliata var. arborescens Ait., Aloe fruticosa Lam., Aloe arborea Medic. Ela foi descrita primeiramente por Phillip Miller, escritor botânico contemporâneo de Linné, em Londres, no dicionário Gard.Dict.Edit. VIII, N. 3 – Afr.austr. Ele faleceu em 1771.

A Aloe arborescens Miller cresce como arbusto ou em forma de árvore. Essa espécie tem um tronco de 1 a 2 m de altura, com diâmetro de até 10 cm, liso na parte inferior, com marcas provenientes de folhas caídas. Na parte superior do tronco estão muitas folhas longas e carnudas, que chegam a 50 cm de comprimento e 3 cm de largura. Sua base é plana e, junto às pontas, apresentam ranhuras. Mais abaixo, têm a forma de abóbadas. Sua cor é verde-azulada e têm dentes encurvados nas bordas. O pedúnculo da corola, que se desenvolve a partir das folhas, chega a 1 m de comprimento tendo em cima folhas menores e escamosas que contornam metade do caule e, em seguida muitos brotos de cor púrpura avermelhada, com pontas esverdeadas, presos num cacho, com hastes mais longas que as folhas da parte superior. A flor possui seis anteras e, acima, um ovário triplo, com estilete longo e um estigma. A estação da colheita varia de região a região. Somente as folhas são colhidas. O pH do suco é de 5,0 a 6,0.

Sob o ponto de vista medicinal, a Aloe arborescens Miller ocupa até hoje uma posição de absoluto destaque. De acordo com pesquisas do Instituto Palatini de Salzano, em Veneza, ela é 200 % mais rica em substâncias medicinais que a Aloe vera L. e também contém mais de 70 % de substâncias anti-cancerígenas, contra apenas 25 % da Aloe vera L..

Ambas as espécies, porém, revelaram-se superiores à maioria das outras 300 ou 400 espécies de Aloe na produção e utilização da fórmula brasileira Aloe/mel/álcool. Na aplicação da Aloe vera L., apenas a relação entre o gel interno e a valiosa pele da folha é pouco favorável, o que pode ser facilmente corrigido. Essa espécie contém gel em demasia; mas, em compensação, pode ser separado em parte e utilizado para outros fins, como, por exemplo, o cosmético de maneira que os resultados possam ser semelhantes aos da Aloe arborescens Miller.

A Aloe livre na natureza e no jardim
A planta cresce, selvagem, nas Ilhas Canárias, na África, América do Sul e América Central e nas regiões do Mediterrâneo de verões quentes e secos e invernos brandos. Importantes áreas de cultivo estão no México, Texas, Califórnia, América Central, Brasil, Turquia, Israel, Índia, China e nos países do Cáucaso. Ela também aparece no sul da Itália, Grécia, Espanha, Portugal, Chipre e nos Estados Árabes, assim como no Mar do Sul.

A Aloe também é uma planta decorativa que pode ficar ao relento durante o verão se protegida de chuvas fortes. Muitas espécies florescem do fim do inverno até à primavera, desde que devidamente cuidadas, ou seja, no inverno num jardim de inverno ou numa estufa; num local bem ensolarado, quando a temperatura estiver ao redor de dez graus Celsius e sendo regadas levemente de pouco em pouco. Durante o verão, aplica-se, semanalmente, um adubo de baixa concentração ou um adubo especial para cacto. Ao regar, deve-se atentar para que não permaneça água nas dobras das folhas; pois, senão, elas poderiam apodrecer facilmente.

As folhas são seqüenciais, suculentas e espessas, com até 50 cm de comprimento, 3 – 20 cm de largura e até 5 cm de espessura. No interior carnoso da folha, esconde-se o tecido que atua como reserva de água. Nas bordas, as folhas estão dotadas de espinhos em forma de serra, que nas espécies de interesse medicinal têm, de um ao outro, a distância aproximada de um dedo. Quando as folhas são cortadas, escorre delas um suco aquoso de sabor extremamente amargo. Ele está armazenado em células de secreção que recobrem, numa camada celular em forma de meia-lua, a parte filtrante dos feixes de vasos. Como elas estão separadas por paredes muito finas, o suco escorre facilmente. O pedúnculo da corola, que tem origem no cacho de folhas, chega até 1 m e tem, na parte superior, folhas menores, escamosas, em torno de metade do caule, bem como muitos brotos num cacho, geralmente, amarelos, mas eventualmente na cor laranja, vermelho-alaranjado e vermelha, com pontas esverdeadas, sendo as hastes mais longas que as folhas superiores. A flor possui seis anteras e acima um ovário triplo, com estilete longo e um estigma. Há muitas variações de cores. O fruto tem a forma de uma caixinha cilíndrica. Em parte, a planta se desenvolve como um arbusto com uma roseta aberta, suas folhas ficam próximas à terra, onde são cortadas.

As substâncias medicinais da Aloe
Quase todas as espécies de Aloe têm alguma propriedade medicinal. No gel e na pele das folhas da Aloe vera L. e Aloe arborescens M., foram descobertas, até agora, mais de 300 substâncias bioativas e componentes vitais como enzimas (aliinase, creatina-fosfoquinase, desidrogenase láctica, lipase, pentosane, fosfatase, (TGO e TGP) transaminases, bradycinase, celulase, tirosinase, catalase, amilase, oxidase, carboxipeptidase e 5 nucleotidase), RNS, 17 dos 20 aminoácidos essenciais (lisidina, histidina, glutamina, arginina, asparagina, glicina, alanina, valina, metionina, hidroxipolina, prolamina, terpeno, triptona, isoleucina, leucina, tirosina e fenilalanina), 9 dos aminoácidos não-essenciais (ácido aspártico, cistina, ácido glutâmico, ácido de glutanina, glicerina, histidina, prolamina, serina e tirosina), ácidos graxos (beta-sitosterol, camposterol, colesterol e lupeol), triglicérides, esteróis, sais e ácidos orgânicos, elementos residuais, monopoli- e mucopolissacárides, glucose, aldopentose, ácido galactônico, ácido glicolítico, ácido manúrico, pentosana, manose, ramnose, xilose, arabinose, galactose, celulose, ácido urônico e muitos outros, como aloina, saponina, lignina, sapogenina, ácido crifânico, mucilagem e Acemannan.

O Acemannan desempenha um papel especial. Até à puberdade, essa substância é produzida pelo próprio organismo e depois tem de ser ingerida pela alimentação. Ela é encontrada em todas as paredes celulares do organismo humano e tem uma influência decisiva na defesa imunológica das células do corpo. Ela promove as forças defensivas ao ativar anticorpos, células “killer” e destrutivas. Substância semelhante encontra-se, aliás, no Gingseng.

A mucilagem da planta compõe-se principalmente de polissacarídeos neutros: glucomanose b-(174), mananose b-D, galactanose, arabinogalactinose etc., em geral acetilados e metilados. Significado especial tem a Acemannose, extraída da parte etanólica do gel. Ela é um polissacarídeo parcialmente acetilado, composto de unidades lineares de (1/4)-D-manoiranosil.

Os açúcares neutros que formam cadeias mediante entrelaçamentos (1/6) são galactopiranoses numa relação de 1 para 20 açúcares. A mucilagem da planta também contém polissacarídeos ácidos com diferentes participações de ácidos galactúrios. As demais substâncias sólidas de que se compõe o gel são ácidos e sais orgânicos (ácido glutamínico, ácido málico, ácido salicílico, ácido cítrico, lactose de magnésio, oxatato de cálcio), enzimas (celulose, carboxipeptidase, bradycinase, catalase, amilase, oxidase, tirosinase), substâncias sapógenas, tanina, heteróxidos antrácitos (que causam impureza no gel), esteróides, triglicérides, aminoácidos, ácido ribonucléico, vestígios de alcalóides, vitaminas (A, B1, B2, B3, B6, B 12, C, E, F, beta-caroteno, caroteno, colina, ácido fólico e niacina) e minerais (alumínio, bório, bário, cálcio, cromo, cobre, ferro, germânio, carbonato de potássio, manganês, magnésio, sódio, fósforo, rubídio, estrôncio, silício, zinco).

Daí o interesse despertado pela Aloe, pois contém substâncias que não aparecem na alimentação normal e, mesmo na alimentação natural e balanceada, essas substâncias aparecem em quantidades inferiores. Cada um desses nutrientes contidos na Aloe é por si só muito importante para nosso organismo, mas a ação conjunta de todos eles produz um efeito de cura de tal modo potencializado, como jamais qualquer laboratório do mundo conseguiu produzir em processo sintético.

Aplicação medicinal da Aloe
Fazem parte dos conhecidos efeitos dermatológicos da Aloe aqueles que evitam inflamações, os emolientes, epitelizantes, reguladores do sistema imunológico e hidratantes. Pesquisas farmacológicas atribuem à mucilagem da planta a promoção da cura de cicatrizes, tumores e um efeito regenerador dos tecidos. O suco, aplicado externamente, previne a isquemia da pele e tem efeito benéfico sobre partes necrosadas e inflamações cutâneas, causadas por queimaduras (acidentais, solares, de radiações, produtos químicos, descargas elétricas, congelamentos). São muito conhecidas as acelerações dos processos de cura pela redução da atividade bacteriana.

Foi observado, igualmente, o efeito inibidor dos processos de envelhecimento pelo restabelecimento do equilíbrio entre regeneração e degeneração da pele e ativamento da síntese de colágenos e fibras elásticas. As substâncias ativas do gel penetram rapidamente até à raiz da epiderme, alargam os capilares que sofreram estreitamento no seu diâmetro normal e sadio e proporcionam alívio de dores localizadas. Seu uso continuado inibe a formação de melanina devido à participação da tirosina no gel; a melanina participa das causas de hiperpigmentação de zonas da pele em virtude disso o gel é muito apropriado para o tratamento de irritações cutâneas, acelerando a reconstituição do tecido celular.

O uso interno do gel destina-se à circulação sangüínea, trato gastrointestinal, órgãos femininos de reprodução e órgãos de eliminação. É conhecido também como instrumento de mudança de estado de espírito e rejuvenecedor. Indicações freqüentes são para: febre, obstipação, obesidade, inflamações da pele, inchaço glandular, conjuntivite, inflamação das mucosas, icterícia, aumento do fígado ou baço, herpes, doenças venéreas, amenorréia, dismenorréia, mal-estares da menopausa, vaginite, tumores e doenças vermiculares.

A Aloe age como tônico geral do fígado, o órgão que participa do processo da digestão e da desintoxicação das toxinas. Suas funções são anti-vata, anti-pitta e anti-cafa, de maneira que nenhuma é prejudicada pela Aloe. A Aloe ajuda a estabelecer um equilíbrio entre vata, pitta e cafa no organismo.

A Aloe como grande fornecedor de um valioso suco
Das 300 a 400 espécies conhecidas de Aloe, apenas 4, porém, se firmaram na prática medicinal e duas delas, a Aloe vera L. e a Aloe arborescens Miller são as preferidas dos médicos de maior renome mundial e as mais empregadas por eles.

A Aloe vera Linné muitas vez ainda é denominada, erroneamente, Aloe barbadensis Miller, principalmente, nos EUA. Também na Alemanha encontram-se, contudo, denominações botânicas erradas, mesmo em documentos oficiais, como, Aloe vera barbadensis Miller (nome botânico correto, misturado a um sinônimo). No Brasil ela é conhecida popularmente como ¨babosa”. ou “erva-de-sapo”.

Na língua portuguesa a Aloe é escrito corretamente “o aloés” (substantivo masculino). Neste livro foi adotado o nome genérico latino “a Aloe” para todas citações da Aloe vera L. e da Aloe arborescens Miller em conjunta.

Ela é plantada não apenas em grande estilo biodinâmico em culturas mistas junto com árvores e plantas úteis (a assim chamada cultura Maia); mas, principalmente, como monocultura em áreas muito extensas. Essa planta oferece aos produtores a maior quantidade de suco e é também o maior fornecedor mundial desse suco valioso para a saúde e para o ramo cosmético, que já movimenta, anualmente, mais de 112 bilhões de dólares com um crescimento fora de comum, ano após ano, desde a década de 70.

Esse suco já serve, primordialmente, de complemento saudável da alimentação e como bebida tonificante para milhões de pessoas preocupadas com a saúde, além de ser um componente de alto valor em produtos cosméticos e cremes especiais.

Conforme a região, o amadurecimento da planta leva de 3 a 4 anos (no Brasil, 3 anos; na Espanha, 4 anos). Ressalto que, tanto a planta pequena quanto a já desenvolvida, possuem o mesmo teor químico e farmacêutico. Sendo que, seus resultados medicinais são idênticos.

No entanto, pelo obvio, não consumimos as folhas pequenas, salve faça-se necessário.

Por desconhecimento de suas reais propriedades, a casca verde é normalmente desprezada após o sumo ter sido espremido ou o gel cuidadosamente retirado, sendo aproveitada, então, apenas como adubo de monoculturas. No entanto, é exatamente a pele dessa casca verde que contém as mais valiosas substâncias amargas, com poderes muito especiais, constituindo-se na chave para a cura de inúmeras doenças.

É de importância primordial para o tratamento de câncer, AIDS, fibromialgia e outras graves enfermidades o aproveitamento integral das folhas, isto é, de seu gel e de sua casca, visando contribuir, em paralelo, para o rápido e completo sucesso da terapia médica acadêmica. A utilização dessa forma integrada é recomendável sobretudo quando se emprega a fórmula brasileira de Aloe/mel/álcool, usada já há muitas décadas e descrita pormenorizadamente neste livro.

Aloe, uma verdadeira farmácia
Se procurarmos hoje a maior farmácia do mundo com o mais complexo sortimento de medicamentos e examinarmos todos os produtos farmacêuticos lá existentes, anotando todas as substâncias ativas que entram em suas composições, poderemos constatar que cerca de 25 % delas estão reunidas numa única planta, que é a Aloe. Não deixa de ser justo, pois, o título que carrega, de “uma farmácia numa única planta“. Há muitas rainhas entre as plantas medicinais, mas apenas uma pode ostentar o título que lhe conferi, de “Imperatriz das Plantas Medicinais“. E isso com toda a soberania!

Em todas essas considerações, não se pode deixar de atentar para o fato de que a Aloe oferece essas mais de 300 substâncias farmacêuticas ativas em estado natural, puro, vivo e de crescimento orgânico. Nas farmácias encontramos, sob o ponto de vista químico, as mesmas substâncias ativas, mas de produção sintética, ou que significa “mortas”.

Essas necessitam, naturalmente, de uma dosagem bem maior, para chegar a resultados próximos aos da utilização de componentes farmacêuticos da medicina da natureza. A atual tendência de fazer uso de remédios que a natureza nos oferece cresce, felizmente, em todo o mundo, pois nada auxilia mais nosso corpo do que remédios vivos, crescidos organicamente, como é o caso da Aloe, a “Imperatriz das Plantas Medicinais“.

Aloe, uma verdadeira fonte de bem-estar
Uma experiência interessante é feita, freqüentemente, pelos que usam a Aloe pela primeira vez. Se o médico prescreve um exame de sangue completo a um paciente que, por coincidência, utilizou recentemente a Aloe, os resultados serão surpreendentemente melhores que aqueles obtidos em análises anteriores. Ao comparar os resultados, muitas vezes os médicos suspeitam que, por engano, eles tenham sido trocados com os do cônjuge. Eu recebo quase que diariamente observações nesse sentido de muitos de meus leitores de todos os continentes.

Esses curiosos relatos confirmam sempre que, entre todos os bons nutrientes, a Aloe ocupa a liderança absoluta em termos de bem-estar do organismo. Dentre todas as espécies de frutas e legumes, ela é a mais abençoada para a preservação e recuperação da saúde. Nessas observações, também constato, sempre, a validade da minha Doutrina dos Capilares. Sempre que os capilares voltam ao seu diâmetro sadio e normal, forçosamente melhoram os índices do sangue.

Recebo, igualmente, informações regulares de pessoas que utilizam a Aloe em sua forma de bebida vital, dando conta de que, apesar das expectativas contrárias, seu já afetado fígado se normalizou e que a ultra-sonografia o revela novamente sadio.

A enorme quantidade e variedade de substâncias altamente ativas e vitais da Aloe, na composição mais perfeita para o organismo humano, não se acha uma segunda vez na natureza. Nenhum laboratório farmacêutico do mundo consegue produzir sinteticamente algo que se aproxime do valor da Aloe para a vida humana. Ela é uma incontestável cornucópia da farmácia divina, da qual deveríamos fazer uso constante. Por tudo isso a Aloe é uma verdadeira bênção e garantia de bem-estar para nossa existência.

Análise quantitativa de alguns componentes

Os valores, quantitativos, dos componentes do sumo da Aloe podem variar conforme o solo e, da quantidade da chuva. Os seguintes dados podem ser validos como resultados típicos:

ferro: 44,0 mg/l
cálcio: 18,6 mg/l
sódio: 12,7 mg/l
ácido glutâmico: 4,7mg/l
zinco: 1,7 mg/l fenilalanina: 0,08 mg/l
asparagina: 3,29 mg/l
ácido aspártico: 1,75 mg/l
isoleucina: 0,07 mg/l
serina: 1,27 mg/l
alanina: 0,91 mg/l
cistina: 0,04 mg/l
glutamina: 0,63 mg/l
valina: 0,36 mg/l
carbonato de potássio: 31,4 mg/l
teorina: 0,33 mg/l
magnésio: 3,1 mg/l
manganês: 4,5 mg/l
lisina: 0,09 mg/l
prolina: 0,25 mg/l
leucina: 0,09 mg/l
arginina: 0,12 mg/l
tirosina: 0,06 mg/l
3-alanina: 0,06 mg/l

Texto de um capítulo do livro mais importante sobre a Aloe (babosa)no Brasil: OS CAPILARES DETERMINAM NOSSO DESTINO 333 pg, 6 pg. color. R$ 50,00
ISBN 85-89850-01-3
Autor do livro: Michael Peuser
pedidos: www.michaelpeuser.de ou em todas as livrarias do Brasil.

Sonntag, 26. Dezember 2010

A Doutrina dos Capilares pode provar que a AIDS em verdade é uma AEDS

A Doutrina dos Capilares pode provar que a AIDS em verdade é uma AEDS

Há uma discussão acirrada, desde o Congresso Mundial sobre a AIDS, realizado na África do Sul, em 2001, a respeito do Vírus de Imunodeficiência Humana – HIV (Human Immunodeficiency Virus) o único causador da AIDS. A disputa chega ao ponto de haver, entre os teóricos da AIDS, um grupo com significativa reputação pública que continua insistindo na tese de que o HIV existe, mas não é perigoso; outros pesquisadores e ativistas chegaram até mesmo à conclusão de que o vírus não existe. Não quero me envolver nessa discussão.

Sempre mais pesquisadores chegam, contudo, à conclusão de que a AIDS, a rigor, nada tem a ver com deficiência imunológica e que, na verdade, ela deveria denominar-se Acquired Energy Deficiency Syndrome – AEDS – (Síndrome Adquirida de Deficiência Energética), porque sua verdadeira causa seria o colapso do suprimento de oxigênio ao sangue e/ou tecidos orgânicos, causando portanto, uma falta de energia.

A avaliação da capacidade do sistema imunológico foi a principal base de determinação da AIDS e de todo o pensamento a seu respeito. Afirmava-se que o enfraquecimento das funções imunológicas de um paciente levaria ao desenvolvimento, de todas as formas de vírus, das infeções oportunistas e de câncer. No entanto, até hoje isso nunca aconteceu e representa um fato incontestável. Igualmente, nunca foram observadas outras formas de vírus no câncer, a não ser numa, que é o Sarcoma de Kaposi (KS).

Uma infecção oportunista é uma infecção bacteriana, fúngica ou viral que pode se espalhar quando as funções imunológicas estão alteradas, quando se é portador de um defeito ou de uma deficiência no sistema imunológico. É disso que falamos quando infecções se espalham pelo corpo, ou seja, infecções causadas por bactérias, fungos ou vírus em geral.

Citamos, por exemplo, crianças nascidas com uma deficiência imunológica, que têm de viver dentro de invólucros plásticos ou que podem se movimentar, somente, com roupas especiais, tipo espacial. Também daqueles casos freqüentes de pessoas internadas em unidades de tratamento intensivo que vêm a falecer em virtude de uma deficiência imunológica após uma operação, um acidente, uma transfusão ou um transplante, quando as funções imunológicas são mantidas, artificialmente, baixas. As infecções bacterianas podem se espalhar pelo corpo todo. Mas até agora nunca essas formas todas de infecções bacterianas internas chegaram a fazer parte da definição da AIDS.

Se, no caso da AIDS, trata se de um colapso do sistema imunológico, por que então o doente não é acometido de constantes resfriados? E por que não é constante o estado gripal? Por que não surgem sempre essas constantes doenças infecciosas gerais? Por que os doentes apresentam sistematicamente esses quadros realmente exóticos como PCP (Pneumonia por Pneumocystis Carinii), PQP (Pneumocystis Qarinil Pneumoniae), KS (Sarcoma de Kaposi), CMV (Citomegalovirus), MAI etc.etc.?

No caso de fungos (PCP), em que se especializaram pesquisadores de doenças tropicais, trata-se de organismos unicelulares surgidos em época da evolução em que ainda não havia tanto oxigênio na atmosfera quanto hoje. Esses fungos crescem apenas em pessoas com baixo teor de oxigênio, como por exemplo pacientes com capilares estreitos e/ou aqueles com absorção de oxigênio pelos glóbulos vermelhos prejudicada por envenenamento nítrico e, nos quais, os alvéolos pulmonares foram, parcialmente corroídos e mortos. E esse o motivo pelo qual eles aparecem aí, mesmo quando as funções imunizantes estão absolutamente perfeitas.

Nitritos (“Poppers”) facilitam o caminho para o ataque dos fungos

No caso especial dos fungos (PCP), sua imunologia, sua imunidade, não é conhecida. Acredita-se que eles tenham a mesma imunidade que as bactérias, mas a biologia da evolução responde também a essas questões. Os fungos descobriram enzimas que são capazes de extrair energia até mesmo da oxidação. Elas se alimentam de material orgânico morto e essa é sua tarefa na evolução, na biologia: reaproveitar!

O PCP é um ataque dos fungos ao pulmão e a mais importante forma de doença associada à AIDS. No grupo de doentes acometidos de PCP, encontram-se muito freqüentemente pessoas vivendo em alta promiscuidade, em sua maioria de relacionamento anal receptivo, utilizando meios de doping sexual, em forma de gases de inalação como nitritos de amila, butilo ou nitrito isobutílico, conhecidos geralmente como poppers (Poppers de Amsterdam, Droga do sexo, Rush, Rave ou “Hardware“).

O que são os poppers? São drogas sintéticas líquidas cujo efeito, em geral, dura menos de um minuto. Ao abrir-se a garrafinha, as narinas percebem um forte cheiro cáustico. O homem se envenena com nitrito! Uma inalação de nitrito relaxa a musculatura lisa do ânus, aumenta a irrigação sangüínea do pênis, eleva a fronteira da dor a plano mais alto, aumenta a sensação do orgasmo e provoca, no cérebro, um leve estado de êxtase. Em pessoas sadias, os poppers causam uma queda de pressão arterial com aumento passageiro da freqüência cardíaca. Os consumidores dessas drogas sentem seu efeito de êxtase eufórico por cerca de um minuto.

A inalação de poppers pode provocar danos nas mucosas nasais e no cérebro, podendo ocorrer também parada respiratória. Os médicos alertam, sobretudo, quanto ao perigo do consumo de poppers acompanhado de bebidas alcoólicas. O nome “popper“ provém, ao que consta, do ruído feito pela garrafinha, ao ser aberta. Sua venda é proibida na Alemanha, passível de condenação de até um ano de prisão.

Os nitritos têm, um efeito altamente tóxico sobre o sangue. Lembram-se do escândalo dos nitritos na Alemanha, em fins dos anos 50, quando os fabricantes de frios usavam o nitrito para conservá-los com aparência de frescos? Os nitritos provocam oxidação do sangue. Isso significa que o sangue tem sua capacidade de transporte do oxigênio vital, reduzida. As primeiras células a serem prejudicadas são as pulmonares. Esses poppers entraram em moda em meados dos anos 70 do século passado e o começo de seu uso coincide, exatamente, com a eclosão dos primeiros casos de AIDS.

Freqüente promiscuidade e, sobretudo, relacionamento anal sem proteção representam também aumento de várias formas de infecção e, na conseqüente, administração de terapia química anti-micróbica, antibiótica, antiparasitária, antimicótica, antivirótica e de corticosteroides. Há relatos na literatura médica de que a aplicação de Trimethropim (TMP) e Sulfamethoxazol (SMX) como duplo inibidor quimioterapêutico do ácido fólico resultou até em piora do estado de saúde dos usuários de nitritos acometidos de AIDS.

Nitritos e sulfametoxazol usados simultaneamente são substâncias eletrofílicas fortemente oxidantes. Juntas, elas oxidam o ferro bivalente na hemoglobina, tornando-o trivalente, reduzindo a ligação do oxigênio com os glóbulos vermelhos. Ocorre uma metahemoglobinemia, um declínio gradual e perigoso da oxigenação da cadeia respiratória nas mitocôndrias. Nos pacientes de AIDS, foi constatado consumo exagerado de antibióticos (com ou muitas vezes, também, sem prescrição médica). Segundo um estudo feito nos EUA, 40% dos homens homossexuais declararam que usavam, preventivamente, medicamentos anti-micróbicos em combinação com nitritos. Uma loucura que provavelmente custou a vida de milhares de seres humanos!

Os nitritos são, imediatamente, transformados em óxidos nítricos nos vasos capilares do corpo. O óxido nítrico é produzido pelo próprio corpo em concentração muito pequena para regular a pressão sangüínea. Ele tem de ser eliminado imediatamente pelo organismo, pois, em concentrações maiores, tem um efeito muito agressivo, corroendo ou destruindo tudo o que estiver em seu caminho, por isso as células corrosivas do sistema imunológico, os macrófagos, liberam, nas reações a processos inflamatórios, grandes quantidades de óxido nítrico, visando a destruição ou digestão das células bacterianas.

Na indústria, quem lida com gases nitrosos conhece a alta agressividade e efeito tóxico desse gás de cor marrom-avermelhado. Um leve contato da pele com esse gás provoca nela uma mancha de coloração amarela escura que, depois de alguns dias pode se descascada como uma película de plástico. Com a inalação, o tecido pulmonar é corroído, ficando destruído, principalmente, os delicados alvéolos pulmonares.

A absorção de oxigênio pelos pulmões fica muito alterada de maneira que, após algumas horas, pode sobrevir a morte por falta de oxigênio. Os alvéolos pulmonares, que organizam o intercâmbio dos gases com o ar inspirado, têm uma superfície de contato correspondente ao tamanho de um campo de futebol. Se essa enorme superfície, de vital importância para a sobrevivência, é parcialmente destruída pela corrosão, pode-se dizer que a catástrofe está programada. Poderíamos imaginar de forma semelhante a destruição da área macro nos alvéolos pulmonares e nos capilares, devida ao uso simultâneo de poppers e sulfametoxazol.

Se nitritos (poppers) são consumidos, regularmente ou eventualmente, –significa que são produzidos volumes imensos, excessivos de óxido nítrico - isso representa o início de um processo de autodestruição no próprio organismo, especialmente, no pulmão e nos vasos capilares. Destrói-se o tecido pulmonar e infecções parasitárias desenvolvem-se nesse material orgânico necrosado. Ainda assim, as funções imunizantes continuam perfeitas, pois os pacientes reprimem infecções bacterianas. Todas as cerca de 60 doenças pulmonares que hoje conhecemos, todas elas causadas por infecções de bactérias, não ocorrem no caso da AIDS, porque as funções imunes ainda estão boas.

Temos, portanto, um efeito tóxico direto, que pode surgir mesmo quando o sistema de desintoxicação não trabalha no plano celular, em virtude de desnutrição. O PCP também pode acometer pessoas extremamente desnutridas, como é o caso, hoje em dia, em alguns países da África. Esse também é o motivo pelo qual o PCP não é parte da definição da AIDS na África. Encontramo-lo em crianças africanas que sofrem de fome, porque o seu sistema de desintoxicação das células é muito fraco e muitas vezes elas bebem água impura de poços (contendo nitritos).

Na Alemanha, esse problema também era conhecido na Idade Média. Muitas vezes os poços estavam contaminados por excrementos fecais ou cadáveres de muitas guerras, como as Guerras Civis e dos Camponeses, a dos Trinta Anos e outras. As crianças que bebiam essa água adoeciam e assumiam uma cor azulada. Era a assim chamada “doença azul“. Na “água potável“, encontravam-se muitos nitritos e nitratos, produzidos por bactérias nitrificantes.

Pela intoxicação por nitritos, origina-se também a acidificação local nos capilares, devida à formação de gases nitrosos. Os glóbulos vermelhos reagem a isso por meio da rigidez acidótica (Dr. Worlitschek – Prática da acidez basal interna). Isso significa que os glóbulos vermelhos, planos e redondos, perdem sua elasticidade e não conseguem mais assumir a forma longitudinal de bastões, para penetrar nos finíssimos capilares. Devido a essa rigidez acidótica, o abastecimento de oxigênio das células fica ainda mais reduzido.

O sarcoma de Kaposi (KS)

Ao longo da via de transporte do oxigênio na corrente sangüínea, as condições
dos capilares com um diâmetro inferior a 100 nanômetros são, devido à alteração na pressão parcial do oxigênio, muito favoráveis à oxidação da hemoglobina, que só de forma reduzida pode fazer a ligação do oxigênio molecular e seu transporte, pela corrente, do tecido básico às células do organismo.

Com a oxidação do sangue e destruição do revestimento dos capilares por óxido nítrico, podem-se criar células cancerígenas. Há um déficit de oxigênio e as primeiras células que padecem dessa falta dão forma ao revestimento do epitélio dos capilares, onde os nitritos são transformados em óxido nítrico. E isto representa de, fato, a definição do sarcoma de Kaposi (KS). Ele pode formar-se mesmo quando não há uso de poppers, mas o sistema de desintoxicação já não funciona, como no organismo dos idosos. No período de 15 anos, de 1.1.1982 a 1.1.1997, o “Centro de AIDS“ da Alemanha registrou um total de 2736 casos de sarcoma de Kaposi. Desses casos, 2505 estavam enquadrados entre os homossexuais.

Estatística alemã da AIDS

Segundo dados oficiais, havia, na Alemanha, no mesmo período de 15 anos, 60.000 cidadãos registrados como “HIV soropositivos“ numa população de 82 milhões de habitantes; mais de 99,9 % de pessoas dessa população total não estavam, portanto, acometida de HIV e AIDS.

Os prognósticos oficiais iniciais, até hoje não refutados, anunciavam, todavia, que até fins de 1996 na República Federal da Alemanha mais habitantes do que a população que nela vive estariam padecendo de AIDS. No mínimo um em cada dois habitantes deveria estar morto no final de 1996, se antes não estivessem disponíveis vacinas e remédios contra a epidemia “absolutamente“ mortal. Na década passada, foram diagnosticados, anualmente, como “HIV soropositivos“ cerca de 2000 a 3000 novos casos, em toda a Alemanha – número esse que se manteve bem constante. 96 % desses casos foram relacionados aos grupos de alto risco, os homossexuais masculinos e os dependentes de drogas injetáveis.

Atualmente, no máximo 2000 “HIV soropositivos“ adoecem de AIDS por ano na Alemanha e, desses pacientes de AIDS, falecem, anualmente, 1300. Dos 60.000 “HIV soropositivos“ declarados até agora (os dados não são muito seguros por causa das notificações, possivelmente, múltiplas, de difícil controle), até 1.1.1997, aproximadamente, 50.000 eram tidos como vivos.

É evidente que a cota de incidência da enfermidade é um acontecimento médico raro quando relacionado à população total, e que não depende de um contágio virótico massivo transmitido aleatoriamente (como, o vírus da gripe); mas, sim, do estilo de vida de uma subcultura em grande parte mercantilizada e/ou intervenções médicas indiscriminadas próprias da sociedade ocidental, com sua cultura do supérfluo. Ou, falando em termos patológicos: os pacientes de AIDS adoecem pela falta de “força redutiva” (devida à super-oxidação e/ou hipoxemia) em meio a um redundante “superatendimento“ médico.

Brasil registrou 9.495 casos de AIDS em 2002

Em 2002, foram notificados 9.495 casos de AIDS no Brasil. Desde 1980, 257.780 pessoas contraíram o HIV, de acordo com a Coordenação Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS. Uma pesquisa publicada pela revista americana “AIDS” mostrou que pacientes brasileiros desenvolvem menos resistência ao coquetel anti-AIDS que os de países desenvolvidos. Para o coordenador do Programa Nacional de Combate à AIDS, Paulo Roberto Teixeira, a pesquisa atesta a qualidade da política oficial do Brasil no setor.

AIDS no mundo

Dos 42 milhões de infectados pela AIDS no mundo, 72 % vivem na África. Apesar das inúmeras iniciativas internacionais nos últimos anos para combater a AIDS na África, a doença está vencendo a batalha contra a população local, conforme um texto publicado no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO , do dia 11 de julho de 2003.

Segundo a UNAids, a agência da Organização das Nações Unidas, ONU, responsável pelo combate à doença, 60 milhões de africanos sofrem diretamente as conseqüências da doença, seja por estarem contaminados pelo vírus, seja por terem perdido os pais e outros parentes para a AIDS. A ONU assinala que mil pessoas morrem por dia na África em razão da AIDS, e o continente está perdendo uma parte significativa de seus jovens a cada ano. Em alguns países, o vírus fez com que a expectativa de vida de um cidadão seja comparada à dos europeus durante a Idade Média.

Teste equivocado de “HIV soropositivo“ pode levar à sintomas semelhantes de AIDS

Lamentavelmente, há uma margem de erro de 5 % nos testes do HIV. É quase impossível imaginar o quão terrível isso se apresenta para a pessoa que, submetida ao teste, passa a ser considerada “soropositiva“. É como uma tortura que pode se seguir pela morte. O susto causado pela notícia “AIDS“ pode ter como conseqüência a contração dos capilares, ocasionando uma falta de oxigênio no organismo. Esse déficit de oxigênio é o ponto de partida de muitas doenças, algumas das quais podem levar à morte. Muitas vezes o surgimento dessas doenças era encarado como prova do acerto da falsa conclusão “soropositivo“ . Não tendo reconhecido devidamente a relação entre AIDS e falta de oxigênio, muitas vezes também foram receitados medicamentos contendo nitrito ou seus derivados que, à semelhança dos “poppers“, alteraram o suprimento de oxigênio. Isso fez com que o estado dos pacientes piorasse ainda mais, propiciando o aparecimento dos sintomas típicos dos cerca de 29 quadros específicos da AIDS. Muitas dessas vítimas do falso “HIV-soropositivo“ são mulheres e homens heterossexuais, que nunca tiveram contato com drogas. Quantos deles optaram pelo suicídio porque, simplesmente, não podiam conformar-se com a idéia de serem taxados como homossexuais ou dependentes de drogas ?

O conhecimento das causas abre o caminho à terapia certa

A AIDS é, acima de tudo, um problema de falta de oxigênio. Como já mencionado anteriormente, o conceito “AIDS“ é absolutamente incorreto, pois nada tem a ver com deficiência ou fraqueza imunológica. É evidente, hoje em dia, tratar-se de déficit energético decorrente de baixo suprimento de oxigênio; portanto, a abreviação “AIDS“ deveria ser substituída por “AEDS“ – “Acquired Energy Deficiency Syndrome“ (Síndrome de Deficiência Energética Adquirida). Com isso, a AEDS pode ser tratada sobre uma base racional. Existem possibilidades de tratamento muito efetivas, se as verdadeiras causas dessa doença forem conhecidas, para cura de lesões ocasionados por toxicidade, corrosão e falta de oxigênio, principalmente, nas áreas dos pulmões e dos capilares.

Aqui, novamente, a biologia da evolução nos ajuda. Homens e animais não têm condições de criar três importantes classes de substâncias, porque essas substâncias estavam presentes quando os animais se originaram na água. Isso é mais um aspecto da evolução, porque eles cresceram, e desenvolveram-se num meio constante, onde todas as moléculas essenciais estavam à disposição. Os animais e seres humanos não se preocuparam com a autogeração desses três importantes grupos de moléculas e têm, assim, a vantagem de usar sua energia para se desenvolver ainda mais ou mais rapidamente.

Aidéticos têm o seu aproveitamento de oxigênio diminuído em quatro aspectos

Desse capítulo, conclui-se claramente que os soropositivos sofreram o processo de depleção de oxigênio quatro vezes.

1. Em função da intoxicação por nitrito, os glóbulos vermelhos têm a capacidade
de transporte de oxigênio reduzido.

2. Os capilares reagem à AIDS, estreitam-se e, reduzem a velocidade
circulatória dos glóbulos vermelhos, fazendo com que menos
oxigênio chegue a seu destino. A hiperacidez provoca a rigidez
acidótica dos glóbulos vermelhos, de maneira que eles perdem
sua elasticidade e não conseguem mais penetrar nos mais finos
capilares.
3. As paredes internas dos capilares são corroídas por gases
nitrosos e tornam-se plastificadas, impedindo a passagem do
volume necessário de oxigênio.

4. A pleura pulmonar está parcialmente corroída e destruída pela
ação dos gases nítrosos. Sobre esta superfície orgânica morta
formam-se fungos, que limitam sensivelmente a expansibilidade
dos pulmões, diminuindo a absorção do oxigênio pelos pulmões.

A Aloe revitaliza o organismo enfermo

Entre essas substâncias que homens e animais não conseguem criar por si mesmo estão os polifenóis, que são vitaminas. São conhecidas 5000 diversas espécies de polifenóis, que são produzidas em plantas e ervas. Quanto mais alto elas crescem, mais polifenóis elas produzem. Podemos encontrar plantas que, como, a Aloe arborescens Miller e a Aloe vera L., que recebem, diretamente, a radiação solar tornam-se as mais ricas em polifenóis. Esses polifenóis são, aliás, os inibidores naturais das proteinases (enzimas que dissolvem as proteínas).

Homens e animais também não são capazes de criar as longas cadeias de moléculas de açúcar, os chamados polissacárideos, de que se compõem os tecidos básicos que representam até 80 % do peso de massa corpórea sólida. Esses tecidos formam o meio constante das células do corpo – não os tendo, automaticamente, vem o adoecimento. A Aloe é a mais rica fornecedora da longa cadeia de moléculas de açúcar da natureza e, por isso, constitui-se numa bebida vital de primeira classe.

Cada célula é cercada por esse tecido básico da longa cadeia de moléculas de polissacárideos, com proteínas acopladas. É, aí, onde terminam todas as células nervosas, que elas são ativadas e desativadas. Aí, todas as reações imunológicas são processadas. Esses tecidos básicos têm uma estrutura quase cristalina e trabalham com pausas e oscilações muito rápidas, algumas chegam a 1000 vezes por segundo, na velocidade em que são liberadas todas as reações bioquímicas.

Se não soubermos como funciona a vida no plano celular, não poderemos entender nem a AIDS, nem o câncer. Se não soubermos como a vida é organizada nos tecidos, não nos será possível compreender a vida, a saúde e as doenças.

Se, portanto, essas substâncias faltam na célula, ela não consegue manter adequadamente o seu meio. A superfície das células necessita, principalmente, dessa longa cadeia de moléculas de açúcar para evitar que o cálcio nela penetre. Se esses produtos não estiverem presentes, cria-se cálcio dentro das células, que ficam então necrosadas. Esse processo termina na morte controlada das células, denominado apoptose. Essas substâncias vitais são, normalmente, obtidas de plantas, verduras e legumes frescas, mas de forma altamente concentrada, principalmente, na Aloe arborescens Miller e da Aloe vera L..

No caso de uma inflamação ou numa situação de catabolismo – quando o organismo perde células em número superior ao que pode produzir – toma-se a bebida vital do sumo (gel) da Aloe em forma natural, mas também a cartilagem bovina ou Agar Agar. Os inibidores artificiais da protease ajudam, só por curto tempo, depois envenenam as células porque não podem ser digeridos. O organismo não consegue mais eliminá-los. Eles formam cristais e com o passar do tempo envenenam a célula e o organismo todo, em todos os níveis, porque impedem a digestão de todas as proteínas. Por isso, deve-se dar prioridade, entre medidas de apoio à recuperação da saúde dos soropositivos, às substâncias naturais frescas, representadas pela bebida vital da Aloe ou pela mistura muito especial da fórmula brasileira de folha inteira da Aloe (sem os espinhos), mel e um pouco de álcool.

Relatórios científicos sobre a aplicação da Aloe em caso de AIDS

Em 1989, o médico Dr. Terry Pulse, de Grand Prairie/Texas, que se havia especializado no tratamento da AIDS, fez um teste com 30 soropositivos. Eles receberam ácidos graxos Omega em alta dosagem, ou seja, óleo de Oenothera biennis (no Brasil chamado erradamente óleo de “prímula”), EPA e 250-400 g/dia de gel das folhas de Aloe vera. Todos os pacientes continuaram a tomar, normalmente, o AZT. O órgão norte-americano de controle FDA permitiu o teste, por entender que não se tratava de medicamento e, sim, de complemento alimentar.

O grau de gravidade da AIDS é medido numa escala desenvolvida no Hospital Walter Reed, nos USA. Ela vai de 1 a 15. 1 a 7 refere-se a soropositivos que, ainda, não apresentam sintomas físicos constatáveis e que não padecem de qualquer das doenças típicas que acompanham a AIDS. A escala de 8 a 15 corresponde ao grau da doença em que a síndrome já se revela em toda sua gravidade e uma doença após a outra colocam a vida do paciente em risco.

O Dr. Pulse dividiu os 30 pacientes em 3 grupos. O grupo I era composto de pacientes que, na escala modificada de Walter Reed, se situavam entre 0+ e 1,9 (estágio inicial da doença). No grupo II estavam os pacientes com 2 a 5,9 pontos (índice médio), enquanto os do grupo III apresentavam de 6 a 14 pontos, com manifestação aguda da doença.
Passados 90 dias os pacientes foram submetidos a exames rigorosos, a partir dos quais se pode traçar a seguinte alteração no quadro clínico:

5 pacientes que antes integravam o grupo III melhoraram, passando ao grupo I.
10 pacientes do grupo III passaram para o grupo II.
10 pacientes do grupo II. entraram no grupo I e
1 paciente do grupo I conseguiu a melhora e recebeu a avaliação –0.

No período de 90 dias de duração do teste, o número de células T dos pacientes pôde ser duplicado. Em alguns casos chegaram ao triplo do número original e muitos desses doentes voltaram a ter uma vida normal. As primeiras publicações a respeito desses sucessos foram, totalmente, desconsideradas pela maioria dos médicos, pois custava-lhes acreditar que um produto simples da natureza pudesse ter tantos efeitos positivos sobre uma doença complicada como a AIDS.

Em fins de 1990, o Dr. Pulse fez outro experimento no qual foi usado apenas o suco do gel das folhas da Aloe veraL.. Também nesse teste, os portadores da AIDS continuaram recebendo o tratamento medicamentoso com AZT. Os trinta pacientes passaram a receber diariamente apenas 350 – 450 g de suco de Aloe. Três desses pacientes foram eliminados do teste, sendo que dois deles por motivos particulares e o terceiro por não ater-se à ordem do procedimento.

Depois de um ano, seis pacientes obtiveram a avaliação +0 e um –0 (nenhum sinal mais da doença). Um outro paciente, também sofrendo de câncer em fase terminal, depois de cinco meses atingiu o índice –0. Em todos os participantes, constatou-se forte aumento de células T e uma diminuição de doenças de que os soropositivos são sempre, levemente, acometidos. Esse teste foi prorrogado para dezoito meses, mas não foi reconhecido pelo corpo médico, porque não era um ensaio duplo cego.

O Dr. Pulse negou-se a dar um placebo aos soropositivos, porque se tratava de uma questão de vida ou morte. Infelizmente, o pesquisador veio a falecer, inesperadamente, em 1993, durante uma viagem pela Europa, de maneira que um dos pioneiros dessa nova forma de tratamento da AIDS não pôde concluir seu abençoado trabalho.

Os relatórios mais antigos remontam, todavia, a 1985. O Dr. Bill McAnalley, dos laboratórios Carrington, conseguiu extrair uma molécula do suco da Aloe vera L., que recebeu o nome de Acemannan e que hoje é reconhecida como um dos componentes mais importantes dessa planta.

O Dr. Bill McAnalley recebeu cartas de diversos pacientes da AIDS, que não se conheciam entre si, em que relatavam estar observando certas melhoras em seu estado de saúde desde que tinham começado a tomar o suco das folhas de Aloe vera L.. A maioria deles reportava declínio da febre, ausência de prostação, e a diminuição de moléstias oportunistas. Depois de 3 meses de ingestão do suco da Aloe vera L., a maior parte deles já estava recuperada e pôde voltar a trabalhar.

O Dr. McAnalley coligiu esses dados e apresentou-os ao renomado médico Dr. Reginald McDaniel, para apreciação. Este considerou os relatórios infundados e sem poder de prova. Mais tarde, disse mais ou menos o seguinte: “Examinei, com muita desconfiança, os relatórios reunidos por McAnalley e me recusava a considerá-los verdadeiros. Só depois de muitos meses, após reconhecer a surpreendente correlação dos dados e da análise, coloquei de lado meu próprio Eu lógico e comecei a me ocupar com essa excitante pesquisa“.

Pouco depois, o Dr. McDaniel iniciou, sob estrita supervisão da FDA, as suas próprias pesquisas com 14 soropositivos, aos quais ministrava, diariamente, doses de Carrisyn (Acemannan), extraída da Aloe vera L.. Em seu primeiro relatório de pesquisa, publicado em 1987, na revista Clinical Research, ele escreve: “Após de 90 dias de terapia, o índice de melhora do quadro clínico foi de 71 %“. De sua segunda pesquisa, participou também o Dr. Terry Pulse que, então, se tornara conhecido como o médico mais conceituado na busca de remédios contra a AIDS. Também, nessa segunda série de testes, foi constatada uma melhora em 69 % dos casos e 75 % deles puderam retomar seu trabalho costumeiro.

Da terceira série de testes do Dr. McDaniel, tomou parte o Dr. Terry Eatson. O teste foi feito com vinte e seis doentes de AIDS. Os resultados foram, novamente, os mesmos. Pouco depois, a FDA ordenou a interrupção dos testes, uma proibição que, freqüentemente, é promulgada sem justificativas. Em virtude dessa proibição de testes com seres humanos, partiu-se para os testes in vitro, que comprovaram os amplos efeitos de cura com Acemannan, entre outros em casos de Herpes simplex, sarampo, vírus de Newcastle, câncer, tumores, abcessos, doenças da pele e inflamações do intestino grosso.

Impressionados pelos resultados das pesquisas de McAnalley e McDaniel, os cientistas Dra. Debra Womble e Dr. Harold Heldermann, da Universidade do Texas, começaram, igualmente, a fazer experimentos com Acemannan, uma das séries com o vírus da AIDS. Os resultados todos coincidiam com os do Dr. McDaniel, levando à seguinte conclusão: “A substância ativa Acemannan, extraída da Aloe vera L., revelou-se remédio in vitro, extremamente, eficaz no fortalecimento da potência imunológica. Pode-se concluir, daí, que esse produto tem alto potencial antivirótico“.

Os testes seguintes feitos com pacientes de AIDS na Universidade do Texas, sob a supervisão do Dr. Kemp, obedeceram à seguinte ordem: Os pacientes tiveram sua dose diária de 500 mg de AZT reduzida para apenas 50 mg, acompanhada de 500 ml de suco de Aloe vera com Acemannan. Mostrou-se que mesmo essa pequena dose de AZT levava aos mesmos resultados que em doses maiores. A vantagem foi a constatação da ausência dos efeitos colaterais indesejáveis e a redução drástica de custos.

Em 1991, o Dr. McDaniel deu seqüência aos seus testes e diminuiu a participação de AZT para um centésimo de Acemannan, com igual sucesso. Pouco a pouco a pesquisa médica se familiarizou com a Aloe vera L. e aboliu sua antiga desconfiança. O primeiro grande teste fora dos EUA foi feito na Bélgica, no ano de 1990, sob a direção do Dr. Weerts e seus colegas. Participaram dele quarenta e sete doentes de AIDS, dos quais trinta e sete homens e dez mulheres, na faixa de vinte e três a sessenta e sete anos.

Foram criados três grupos. Um grupo recebia, diariamente, 800 mg de Acemannan e um placebo; um outro grupo Acemannan e AZT e o terceiro, AZT e placebo. O grupo que recebia apenas AZT apresentava os efeitos colaterais típicos, os quais estavam ausentes nos integrantes do grupo que recebia somente Acemannan, mas o grupo de AZT mais Acemannan revelou grande aumento de células CD4+, que ainda persistia seis meses após o encerramento dos testes. O grupo de AZT também mostrou um aumento no número de células CD4+, o qual, no entanto, não se mantinha estável, caindo ao término do teste. Com o encerramento dos testes constatou-se que pacientes tratados com Acemannan apresentam uma cota de sobrevida nove vezes superior aos demais grupos.

Sob supervisão da “Canadian HIV Clinical Trials Network“, foram levados a efeito, em 1991, testes duplos cegos, nas cidades canadenses de Vancouver e Calgary e que eram semelhantes àqueles feitos na Bélgica. Constatou-se que entre a 16ª e a 48ª semana a quantidade de células CD4+ aumentava rapidamente, nos pacientes que recebiam Acemannan. Ficou comprovado que Acemannan é um remédio muito eficaz, sem efeitos tóxicos e colaterais.

Já em 1989, a revista The American Journal of Medicine, publicou em seu volume 85 (suplemento 2A), 1988, pgs. 165-172, o trabalho dos Drs. R.N.Chopia e N.N.Hermanns, intitulado “Antiviral drugs other than zidovudine and immunimodulatins therapies in human immunodeficiency virus infection“. O relato é sobre o tratamento de oito pacientes soropositivos, aos quais se ministraram quatro vezes por dia 250 mg de Acemannan (Carrysin), extraído da Aloe vera L. Nesses pacientes a disenteria regrediu, diminuíram os surtos de sudorese noturna e também os índices na escala Walter Reed.

A revista Natur & Heilen, caderno 12/97, relata: “Acemannan tem, além disso, um efeito direto sobre as células do sistema imunológico, ativa e estimula macrófagos, monócitos, anticorpos e células assassinas T, que em conjunto são responsáveis pela eliminação e defesa contra corpos estranhos. Testes de laboratório mostraram que Acemannan serve de ponte entre proteína de fora e macrófagos (células devoradoras), o que facilita bastante a absorção da proteína pelas células devoradoras.

Essa função de ponte é considerada um componente-chave no fortalecimento imunológico do núcleo celular, pois nas infecções por HIV, por exemplo, o interior das células não tem mecanismos suficientes de defesa. Testes clínicos com aidéticos mostraram que o tratamento com suco de Aloe vera L. teve conseqüências positivas para os pacientes: a febre caiu, a sudorese noturna pôde ser contida, regrediram as infeções, a falta de ar diminuiu, a disenteria cessou e reduziu-se até mesmo, o tamanho dos nódulos linfáticos. Ao contrário de outros métodos, nesse tratamento não se constataram quaisquer efeitos colaterais negativos (quando não há alergia a Aloe),



Acemannan, o componente mais importante da Aloe

O efeito especial da Aloe vera L. deve se à alta participação de agentes ativos, sobretudo ao mucopolissacárideo Acemannan, uma longa cadeia de açúcares. Até à puberdade, o Acemannan é produzido pelo próprio organismo, depois tem que ser suprido com a alimentação. Ele fica alojado em todas as membranas celulares do corpo e, ali, age no fortalecimento imunológico do organismo contra todos os parasitas, vírus e bactérias que causam doenças.

Este mucopolissacárideo é a base para todas as células de ligação, inclusive, da pele, das paredes vasculares e, principalmente, dos capilares. Também os tendões, as articulações, nódulos, discos e a estrutura óssea básica precisam de Acemannan. Ele proporciona boa lubrificação das articulações, previne a artrite ou, no caso de ela já estar instalada, tem efeito atenuante. Por suas propriedades antivirais, antibacterianas e antimicóticas, o Acemannan pode ajudar a controlar excrescências e restabelecer a flora bacteriana natural dos órgãos digestivos. Isso é extremamente significativo porque muitas pessoas têm a função do intestino, órgão sobremodo importante, alterada por esses fatores.

Digestão mal processada e doenças fúngicas levam muitos a lançar mão de produtos químicos que, geralmente utilizados de forma incorreta, podem ocasionar graves danos. Freqüentemente, produtos químicos provocam mutações nos fungos sobreviventes nos intestinos, transformando-os em formas mais agressivas de micoses. Acemannan estimula a mobilidade dos órgãos digestivos e auxilia a eliminar proteína exógena causadora de alergias pelo intestino grosso – não como um laxante; mas, sim, pelo fato de o intestino tornar-se mais ativo. Acemannan também protege a medula óssea contra danos que podem ser causados por tóxicos químicos e drogas prejudiciais.

Emprego prático da Aloe contra AIDS

Telefonou-me, do Rio de Janeiro, um assistente social alemão que havia adquirido meu livro “Aloe, a imperatriz das plantas medicinais” e que ficara entusiasmado com as possibilidades que a Aloe oferece para a saúde. Relatou-me o caso de um médico do Rio de Janeiro, há 17 anos acometido de AIDS e que recebe tratamento gratuito do serviço estadual de saúde, com todos os medicamentos necessários, além da dose diária de AZT. Com a saúde já muito comprometida, estava condenado a passar o resto de sua vida preso à cadeira de rodas. Estimulado pela leitura do meu livro, o assistente social preparou a célebre mistura brasileira de Aloe/mel/álcool e passou a ministrá-la, adicionalmente, a esse soropositivo.

Ele presenciou um verdadeiro milagre: revigorado, o enfermo pôde sair da cadeira de rodas e, em 3 meses, o índice da carga viral baixou a zero pela primeira vez desde o início da doença. Contou-me que, desde esse acontecimento, anda com meu livro debaixo do braço, como se fosse a Bíblia. Posteriormente, recebi novos exames de sangue, feitos em intervalos regulares, e que confirmam o índice zero da carga viral.

O emprego paralelo da Aloe no tratamento da AIDS é o caminho mais lógico para se chegar de maneira mais rápida e segura à recuperação da saúde. Como sabemos, a AIDS não é uma fraqueza imunológica, mas, sim uma fraqueza energética – AEDS. Portanto, tal deficiência de energia deve ser eliminada, ou seja, a oferta de oxigênio tem de ser aumentada.

Os 150.000 km de capilares do nosso organismo reagem ao “vírus da AIDS“ estreitando o seu próprio diâmetro, o que resulta em um transporte insuficiente de oxigênio às células, através glóbulos vermelhos. Daí, decorrem os conhecidos sintomas de febre, sudorese, falta de ar, disenteria, tuberculose, sarcoma de Kaposi etc.

70 % dos soropositivos reagem muito bem a Aloe

As pessoas que se situam na faixa média de 70 % dos que reagem bem à Aloe, terão uma oportunidade real de experimentar um sucesso terapêutico inesperado. Se um paciente de AIDS ingere o suco vital da Aloe - melhor ainda, a fórmula brasileira(preparada com um liquidificador)de 300 g da folha inteira preferêncialmente da Aloe arborescens Miller(mas sem os espinhos), 500 g de mel puro de abelhas e quatro colheres de sopa de aguardente de cana de açúcar -, os capilares voltam, rapidamente, ao seu diâmetro normal. Conforme a literatura brasileira, esse “coquetel“ deve ser ministrado da seguinte forma: uma colher de sopa do preparado 15 minutos antes das refeições da manhã, à tarde e à noite, durante 10 dias, seguidos de uma pausa de 10 dias e repetindo esse procedimento alternado de 10 dias, sim e 10 dias, não, até à cura final.

O suprimento de oxigênio (energia) é melhorado imediatamente, as células que compõem o epitélio dos capilares recobram sua saúde, paralisam suas multiplicações (hiperplasia) e podem voltar, revitalizadas, à sua tarefa de desintoxicação celular.

O sarcoma de Kaposi (KS) regride e, geralmente, desaparece por inteiro. Todas as células do organismo passam a ser novamente melhor abastecidas de oxigênio. O tecido pulmonar, parcialmente, destruído adquire nova vitalidade com o coquetel da Aloe, que contém mais de 300 substâncias farmacológicas ativas, regenerando-se, ampliando novamente a superfície de contato dos alvéolos pulmonares, melhorando seu estado de saúde e podendo, então, voltar a fornecer maior volume de oxigênio à corrente sangüínea. Mediante essa maior oferta de oxigênio, elimina-se o material orgânico necrosado do pulmão e os fungos (PCP) que o ameaçam perdem seu espaço vital. Ao mesmo tempo o Acemannan é um excelente fungicida para o organismo humano.

Quem compreende que AIDS não é uma fraqueza imunológica e, sim, uma falta de energia – AEDS – e que os soropositivos estão apenas com o estoque de oxigênio diminuído, encontrará a terapia mais adequada. Quem se ocupou com a Aloe e leva a sério a teoria dos capilares apresentada neste livro, incluirá sempre e, de forma natural, a Aloe em seu programa terapêutico.

De acordo com meu conhecimento, os capilares são os principais decisores de nossa saúde e determinam nosso destino. Diante de qualquer quadro de doença, deve-se cuidar, em primeiro lugar, da preservação do diâmetro normal e vital dos capilares. A Aloe, mais e mais, vai se impor como importante auxiliar no tratamento da AIDS, com sua seiva vital, fazendo jus, assim ao título „Imperatriz das Plantas Medicinais“.

Sucessos com o ensinamento do meu livro

Um bispo evangélico da África do Sul, leitor do meu livro, tem um centro com crianças soropositivos. A crianças ali internadas recebem além, da medicação tradicional AZT, o coquetel brasileiro Aloe/mel/álcool. Os resultados estão muito satisfatórios. O mesmo é relatado de um Centro de Apoio perto de São Paulo, onde são tratados 25 soropositivos internos e 35 externos. Todos recebem os medicamentos, inclusive AZT, gratuitamente do governo e, a cada 3 ou 4 meses, são submetidos aos exames de sangue gratuitamente, no hospital Emílio Ribas no centro de São Paulo.

Desde o início de maio de 2003, estes soropositivos preparam no Centro de Apoio o famoso coquetel brasileiro diretamente das folhas frescas de Aloe arborescens Miller, com mel e cachaça e acompanham com esta bebida vital a medicação normal. Os resultados são surpreendentes. Até o fechamento da edição deste livro (agosto de 2003) todos relataram uma sensível melhora nos seus quadros clínicos e sentiam-se fortificados. Os seguintes depoimentos foram repetitivamente relatos:
a) as feridas e os fungos na boca sumiram.
b) diarréias ou diarréias crônicas terminaram.
c) dores nos pulmões sumiram.
d) dores de fígado sumiram,.
e) dores nos rins sumiram.
f) dores nas pernas, ossos e juntas sumiram.
g) infecções nos intestinos sumiram.
h) dores de cabeça terminou.
i) falta de apetite acabou.
j) anemia melhorou.
k) sinusite sumiu.
l) falta de ar acabou.
Conforme os 10 exames de sangue, disponíveis até o momento, as cargas virais diminuírem dentro de 4 meses como segue: 44.000 para 25.000, 13.000 para 1.600, 23.000 para 1.200, 48.000 para 11.000, 92.000 para 0, 54.000 para 3.000, 180.000 para 514, 36.000 para 1.300 e 180.000 para 520.

O coquetel de Aloe/mel/álcool não deve faltar em nenhuma terapia de AIDS!

Texto extraído do livro: "Os Capilares determinam nosso destino",
do autor Michael Peuser, 333 paginas, 6 paginas coloridas, ISBN 85-89850-01-3
R$ 50,00.
www.aloevital.com.br
www.michaelpeuser.de

mpeuser@hotmail.com

Samstag, 25. Dezember 2010

Bewegung kann Krebs heilen.

“Bewegung wird jetzt Ihre Medizin sein-
und Sie brauchen davon jeden Tag
mindestens 30 Minuten.“
Dr. Wayne Sandler, Kalifornien

Bewegung kann Krebs heilen.

Bei einer meiner Vortragsreisen im Jahre 2007 sprach mich ein Herr in Deutschland an und erzählte mir seine folgende Krankheitsgeschichte: Er lag im Krankenhaus und sein Tumor im Gehirn wurde schliesslich als unheilbar eingestuft. Er wurde entlassen, damit er zu Hause in Ruhe sterben kann. Durch Zufall las er die Zeitschrift DER SPIEGEL vom 30.01.2006 auf dessem Titelblatt die Schlagzeile stand: “Die Heilkraft der Bewegung, Krebs, Diabetes, Depressionen: Wie Sport hilft, Krankheiten zu besiegen“. Der Inhalt dieses Titelberichtes vom Autor Jörg Blech schien ihm logisch und er begann daraufhin weniger Zeit im Bett zu verbringen, dafür aber viel mehr Zeit im Freien mit Gehen und besonders Laufen. Sein als unheilbar erklärter Tumor entwickelte sich überraschenderweise nicht mehr weiter, im Gegensatz, er wurde immer kleiner und verschwand vollkommen.

Leider wurden Krebspatienten vielfach zu körperlicher Untätigkeit angehalten. Seit Jahrhunderten wird in den medizinischen Fakultäten gelehrt, das Krebskranke möglichst im Bett bleiben sollen, denn Bewegung würde diese noch weiter schwächen und ihnen somit weiteren Schaden zufügen. An eine sportliche Betätigung wagte man nicht einmal zu denken.

Jetzt kam jedoch die grosse Wende durch den 28. Deutschen Krebskongress, der 2008 in Berlin im ICC stattfand. Eine Vortragsreihe befasste sich mit dem Zusammenhang von Krebs und Sport. Fernando Dimeo vom Bereich Sportmedizin der Charité in Berlin referierte über "Sport als supportive Therapie bei Tumorerkrankungen" und Elke Jäger von der Klinik für Onkologie und Hämatologie am Krankenhaus Nordwest in Frankfurt über "Verbesserte Heilungschancen bei Darm- und Brustkrebs".

Chefärztin Elke Jäger hat ein Programm "Sport und Krebs" ins Leben gerufen. Sportmediziner der Universität Mainz ermutigen jetzt Krebskranke nicht nur vermehrt zum Gehen und Laufen sondern sogar auch zum Ausdauersport wie Walking, Jogging oder Radfahren. Wenn man weiss, dass Krebs in erster Linie eine Mangelversorgung der Zellen mit Sauerstoff ist, dann kann die durch den Sport angeregte Lungen- und Herztätigkeit und die dadurch erzielte vermehrte Sauerstoffzuführung an die Zellen logischerweise nur eine heilungsfördernde Wirkung haben. Durch die Bewegungszunahme verbesserte sich in der Praxis nachweisbar die Sauerstoffaufnahme schon erheblich innerhalb der ersten zwei Wochen und die Patienten fühlten sich dadurch bereits körperlich und sogar seelisch viel besser. Elke Jäger sagte: "Krankheitsassoziierte Depression und Isolation werden durch Sport überzeugend überwunden, und die Therapiefähigkeit der meisten Patienten wird überdurchschnittlich gesteigert."

Die “Deutsche Zeitschrift für Onkologie“ berichtete in einem Schwerpunkt, wie manche Ärzte bereits dazu übergehen, selbst schwerkranken Patienten Ergometer aufs Krankenzimmer zu stellen. Als Minimalforderung gibt Evolutionsmediziner Booth 30 Minuten moderate Bewegung am Tag an. Bewegung ist die Voraussetzung, die das normale Funktionieren des Menschen erst möglich macht. Physiologen halten heute bereits regelmässige Bewegung für wirksamer als die vielen Diäten. Gerade in unserem Jahrhundert, in einer immer älter werdenden Gesellschaft, sollte es das Ziel sein: “Alt werden mit Vitalität!“. Es gibt doch nichts schöneres als seinen Lebensabend voll zu geniessen und wohlversorgt sein mit dem vitalen Sauerstoff, dank einer gesundheitserhaltenden täglichen Bewegung.

Auch die Deutsche Krebshilfe brachte in Zusammenarbeit mit der Deutschen Sporthochschule eine kostenlose Broschüre heraus unter dem Titel: “Bewegung und Sport bei Krebs“ – die blauen Ratgeber 48. „Bewegung und Sport beeinflussen Krebs positiv. Ausserdem setzt körperliche Aktivität Glückshormone frei und baut Stresshormone ab. Dadurch bessert sich auch die Stimmung der Betroffenen und das Selbstvertrauen nimmt zu“, sagt Dr. Freerk Baumann von der Deutschen Sporthochschule Köln. „Eine Bewegungstherapie sollte für jeden Betroffenen maßgeschneidert sein und schon im Krankenhaus beginnen. Sie wird in der Rehabilitationsklinik fortgesetzt. Wenn der Patient wieder zu Hause ist, lässt sich die regelmässige Bewegung in speziellen Rehabilitatiions Sportgruppen in den Alltag einbauen“, so der Experte. Dass Sport aber die Überlebensdauer von Krebspatienten verlängern könnte, vermuteten vor Kurzem nicht einmal die Optimisten in den medizinischen Kreisen.
Was Bewegung beim Krebskranken bewirkt.

Blut ist dicker als Wasser. Diese dickliche Beschaffenheit oder Viskosität wird insbesondere durch die körperlichen Elemente und die in der Blutflüssigkeit enthaltenen kolloidalen Stoffe veranlasst. Die Viskosität oder innere Reibung lässt sich messen. Der Wert der absoluten Reibung kann aus dem Poiseuilleschen Gesetz über die Strömung von Flüssigkeiten in Kapillaren abgeleitet werden. Die Ermittelung des Wertes ist aber, zumal in Blutgefässen, für welche dieser Wert Bedeutung hätte, mit grossen Schwierigkeiten verknüpft. Für physiologische Betrachtungen genügt meistens die Kenntnis des Wertes der relativen Reibung.

Alles, was die Zahl und Beschaffenheit der körperlichen Elemente im Blute ändert, hat auch einen Einfluss auf die Viskosität. So führt ganz allgemein Sauerstoffmangel und Kohlensäureanhäufung im Blute zu einer Vermehrung der roten Blutkörperchen und damit zu einer Erhöhung der Viskosität um so mehr, als bei Gegenwart von Kohlensäure auch das Volumen der roten Blutkörperchen grösser wird. Diese “aufgeblähten“ roten Blutkörperchen haben bereits Schwierigkeiten durch die engen Kapillaren zu wandern. Hinzu kommt noch, dass die Kapillaren durch eine oder mehreren in diesem Buch beschriebenen Ursachen ihren normalen und gesunden Durchmesser eingebüßt haben. Es entsteht ein Doppeleffekt. Die roten Blutkörperchen nehmen im Volumen zu und der Innendurchmesser der Kapillaren verringert sich. Der Blutfluss in den Kapillaren wird zähflüssiger und die Sauerstoffversorgung der Zellen dadurch noch zusätzlich beeinträchtigt. Dieser Vorgang ist jedoch reversibel. Treibt man die Kohlensäure durch vermehrte Sauerstoffzufuhr aus, so wird die Zähflüssigkeit beseitigt und das Blut fliesst dann wieder viel besser durch die Kapillaren.

Durch Gehen, Laufen und sportliche Betätigung wird das Herz angeregt, mehr Blut in den Kreislauf zu pumpen. Auch die Atmung der Lungen wird durch Bewegung angeregt und dadurch viel mehr Sauerstoff auf die roten Blutkörperchen in den Lungen übertragen. Das nunmehr vermehrt mit Sauerstoff angereicherte Blut wird dadurch flüssiger und die roten Blutkörperchen etwas schlanker.

Die nunmehr etwas kleineren roten Blutkörperchen wandern durch die verbesserte Sauerstoffaufnahme wieder ungehinderter durch die 150.000 km Kapillaren und die 75 Billionen Zellen des Organismus können wieder viel besser mit mehr Sauerstoff versorgt werden. Viele Krankheiten,darunter auch Krebs, erfahren dadurch Chancen auf Heilung.

Auch die Art der Ernährung hat einen Einfluss auf die Viskosität des Blutes. Fleischfressende Tiere weisen eine höhere Viskosität des Blutes auf als pflanzenfressende. Auch bei vegetarisch lebenden Menschen hat man eine geringere Viskosität beobachtet. Deshalb ist auch eine Ernährungsumstellung im Krebsfall für den Heilungsprozess von vitaler Bedeutung. Dazu gehört an erster Stelle eine drastische Verminderung von tierischem Eiweiß, wie Fleisch, Fleischwaren, Fisch, Milch und Milchprodukte (mit Ausnahme der Butter).

Leben vitaler gestalten und verlängern

Forscher der University of Texas M. D. Anderson Cancer Center in Houston trafen sich über einen Zeitraum von sechs Monaten mit Frauen, die eine Brustkrebsbehandlung hinter sich hatten und ein träges Dasein führten. Auf den Treffen wurden die Frauen nun ermuntert, in ihren Alltag gezielt körperliche Aktivitäten wie Staubsaugen, schnelles Spazierengehen und Treppensteigen einfließen zu lassen: An fünf Tagen der Woche sollten die Frauen sich mindestens eine halbe Stunde lang zügig bewegen. Ein halbes Jahr später gab es unter den mobil gemachten Frauen allerlei gute Effekte festzustellen: Im Unterschied zu inaktiven Patientinnen fühlten sie sich deutlich gesünder, verspürten weniger Schmerzen und waren körperlich in besserer Verfassung.

Die Gemütslage der Patienten und deren Körperkraft verbessert sich durch vermehrte Bewegung, und die Nebenwirkungen von Bestrahlung und Chemotherapie konnten vermindert werden. Wie wir heute wissen, verengen sich die Kapillaren durch die Einwirkungen der Chemo- und Strahlentherapie. Bewegung sorgt für bessere Durchblutung und unterstützt den Heilungsvorgang. Ohne Sauerstoff gibt es kein Leben, und mit verstärktem Sauerstoffangebot an die Zellen kann man das Überleben von Krebspatienten verlängern und sogar in sehr zahlreichen Fällen zur Heilung beitragen.

Zwei Studien drehen sich um Menschen mit Dickdarmkrebs. In der einen wurden 823 Patienten untersucht, die im frühen oder leicht fortgeschrittenen Stadium an Dickdarmkrebs erkrankt waren. Sie alle wurden operiert und mit Chemotherapie behandelt. Sechs Monate nach Abschluss der Heilversuche erkundigte sich Jeffrey Meyerhardt vom Dana-Farber Cancer Institute in Boston bei den Behandelten danach, inwiefern sie sich körperlich bewegten. Die Auswertung ergab: Jene Menschen, die beispielsweise an sechs Tagen der Woche je eine Stunde lang spazierengegangen waren, hatten bessere Verläufe.

In einer zweiten Studie hat Jeffrey Meyerhardt seinen Befund bestätigen können. Diesmal fragte er 573 Frauen, die ebenfalls wegen Dickdarmkrebs behandelt worden waren, wie diese es mit der Bewegung gehalten hatten. Auch hier zeigte sich: Patientinnen, die nach ihrer Diagnose mit körperlicher Ertüchtigung begonnen hatten, lebten länger. Ihre Überlebensrate war statistisch gesehen um etwa 50 Prozent erhöht. Häufig, so zeigen neue Studien, wirkt Bewegung sogar manchmal besser als teure Tabletten und Hightech-Medizin. In einem Körper, der sich nicht mindestens 30 Minuten pro Tag ertüchtigt, herrscht regelrechter Ausnahmezustand.

Ähnliche Effekte hat Michelle Holmes herausgefunden, die im Brigham & Womens Hospital in Boston arbeitet, und zwar für Brustkrebs. Die Epidemiologin hat die Krankheitsverläufe von 3000 Frauen ausgewertet und mit deren Angaben zu körperlicher Aktivität abgeglichen. "Wer drei bis vier Stunden in der Woche spazieren geht", erklärt Holmes, "der hat ein um 50 Prozent verringertes Risiko, an Brustkrebs zu sterben." Es gibt aber auch Patienten, die regelmäßig im Sportstudio trainieren und trotzdem an ihrer Krebskrankheit sterben. Dann müssen jedoch noch andere Gründe vorliegen, die die Sauerstoffversorgung der Zellen beeinträchtigen. Die bereits wissenschaftlich belegten Ergebnisse geben eindeutige Hinweise, dass man die Krankheitsrisiken minimieren kann - und dazu gehört vermehrte Bewegung. Wichtig ist, dass dabei die Lungen und das Herz in ihren vitalen Tätigkeiten einen bestimmten Zeitraum pro Tag verstärkt gefordert werden.

Wie wichtig die verbesserte Sauerstoffversorgung für den Menschen ist, beweisen auch die „Erste Hilfe“-Hinweise beim Herzinfarkt. Bis ärztliche Hilfe eintrifft, soll der Betroffene ununterbrochen kräftig husten. Dies hilft die Sauerstoffversorgung wieder zu verbessern und kann vielfach sogar Leben retten.

Während Tiere häufig bereits gleich nach der Geburt auf die Beine und in Bewegung kommen, liegen Säuglinge oft unbeweglich fest verpackt in ihren Bettchen. Instinktmässig bleibt den Säuglingen dann nichts weiter übrig, als kräftig zu schreien, um ihre Lungen zu stärken, und damit vermehrt Sauerstoff in den Kreislauf zu pumpen.

Die erst kürzlich ausgearbeiteten Studien und Statistiken erbrachten, dass der deutsche Durchschnittsbürger täglich nur noch 600 m weit läuft. Richtig dagegen wäre ein Strecke von 5 – 6 km, die er zügig gehen sollte. Man braucht nicht zu rennen, aber darunter ist auch kein Schaufensterbummel zu verstehen. Kein Wunder, dass trotz immer besserer medizinischen Versorgung, dem Krebs kein Einhalt geboten werden kann.

Auszug aus dem Bestseller "Krebs wo ist dein Sieg?" vom Autor Michael Peuser, 300 Seiten 8 Farbseiten, EUR 25,00
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Kontakte mit dem Autor: mpeuser@hotmail.com

Dieser Besseller ist eine Pflichtlektüre für jeden Krebskranken!!!!

Eine Sternstunde der Medizin

Eine Sternstunde der Medizin

Seit 1997 sammle ich weltweit historische und derzeitige Heilungsberichte bei denen bei Mensch oder Tier die Aloe erfolgreich zum Einsatz kam. Warum gerade die Aloe, mehr als alle anderen Heilpflanzen, so vielseitig helfen konnte blieb mir zunächst ein Rätsel. Ich suchte nach einer Erklärung, die ich dann im Rahmen meiner Kapillarenlehre fand. Die Kapillaren wurden dadurch für mich der Hauptentscheidungsträger unserer Gesundheit. Durch die erweiternde Wirkung der Aloe auf verengte Kapillaren konnte eine Verbesserung der Mikrozirkulation erzielt werden zur besseren Gesunderhaltung und Vitalität. Bei sehr zahlreichen Krankheitsbildern konnte durch die parallele Anwendung der Aloe zu schulmedizinischen Therapien bessere und schnellere Heilungsergebnisse erzielt werden. Ebenso gelang es Nebenwirkungen schulmedizinischer Therapien zu vermindern und sogar zu vermeiden. Meine Forschungen begründeten sich ausschließlich in der Auswertung von Heilungsberichten.

Fallberichte sind Einzelbeobachtungen, nicht selten mit subjektiven Bewertungen. Und selbst, wenn man viele Fallberichte sammeln und die Absicht einer "objektiven" Auswertung verfolgen würde, so stünde am Ende dennoch kein objektives Ergebnis, das uneingeschränkt verallgemeinerungswürdig ist. Jede noch so eifrig betriebene Sammlung und Auswertung von Einzelberichten hat leider den Makel fehlender Vergleich- und Reproduzierbarkeit der Befunde. Es gibt daher nur einen Weg, um zu den verallgemeinerungswürdigen Forschungsresultaten zu gelangen: die wissenschaftliche Untersuchung. Die Wissenschaft unterscheidet sich jedoch von der Empire vor allem durch ihre strengen Regeln bei der Planung, Durchführung und Auswertung von Untersuchungen, bei denen die valide Messung definierter Parameter bzw. Merkmale gemäß eines standardisierten Untersuchungsprogramms im Vordergrund steht. Nur vergleichende und reproduzierbare Daten gestatten gültige, verallgemeinerungswürdige Aussagen.

Zu meiner großen Freude erschien im Jahre 2008 in der 1. Auflage das Werk von Dr. med. Rainer-Christian Klopp mit dem Titel "Mikrozirkulation - Im Fokus der Forschung" und dem Untertitel: "Einführung in biomechanische, physiologische und pathophysiologische Grundlagen sowie ausgewählte Behandlungsoptionen." Endlich ein erstes wissenschaftliches Fachbuch über die Mikrozirkulation mit 580 Seiten.

Dr. Klopp gründete 1980 an der Charité in Berlin die selbstständige Universitäts-Abteilung für Mikrozirkulation. Aus diesem ging dann das von der Charité unabhängige Institut für Mikrozirkulation in Berlin hervor, mit internationalen Kooperationsbeziehungen zu mehreren Universitäten und Forschungszentren.

Im November 2010 besuchte ich zum ersten Male Dr. Klopp und überreichte ihm meine Aloe-Bücher. Somit besteht die Chance, das nach seinen Forschungen über die Wirkungen der Mistel und Gingko biloba auf die Mikrozirkulation, nunmehr auch die Aloe, als ältestes und meist gebrauchte Heilmittel der Weltgeschichte in sein Forschungsprogramm mit aufgenommen wird. Dadurch könnte die Aloe den ihr zustehenden wissenschaftlichen Rahmen bekommen zum Segen der Menschheit. Als ich nach der Besprechung mit Dr. Klopp zu meiner Frau Mechtild ins Auto stieg, sagte ich spontan und bewusst: "Diese Begegnung war eine Sternstunde der Medizin!"

Auszug eines Kapitels der 5. Auflage des Bestsellers "Kapillaren bestimmen unser Schicksal" 300 S. 8 Farbseiten EUR 25,00, Autor: Michael Peuser
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mpeuser@hotmail.com

Dieses Buch ist auch in Französisch und Portugiesisch erhältnis. Anfragen unter mpeuser@hotmail.com